Depois de algum tempo faço as pazes com meu teclado e cá estou. Não sei ao certo sobre o que escrever, tenho uma reflexão interessante na mente, mas antes preciso voltar. Reiniciar um ciclo de textos, provavelmente mais leves, com inspirações menos acadêmicas e com reflexões mais engraçadas.
Falar de ciclos é muito complicado, pois é muito fácil cair no lugar comum, afinal tudo é cíclico. Se pensarmos como Lavoisier, nada se cria, tudo se transforma, as modas que vêm e vão, as crises econômicas, gerações e assim por diante. Nós também vivemos em ciclos, como os dias, meses e anos. Sempre recomeçamos a contagem, do zero, até um limite e voltamos, sempre do zero.
Mas essa seria a perspectiva cronológica e que tal sob a ótica do "vivido"? Vivemos em ciclos, mas damos a eles o nome de projetos ou metas de vida. Planejamos algo, começamos, desenvolvemos, terminamos, com sucesso ou insucessos e, em pouco tempo, já estamos em outro, isso quando não estamos em vários ao mesmo tempo. Na verdade a coexistência desses projetos é a regra.
Tudo isso para dizer que estou voltando ao meu: o Blog. Um projeto que até o momento tem mais insucesso do que vitórias, mas não acabou. Mas se bem que, para mim, isso aqui é um sucesso, afinal o tenho por um motivo, meu, muito peculiar...
Esse projeto continua e, aos poucos, através de metáforas e causos transvestidos os contarei parte dos meus co-projetos de vida. É isso! Um abraço a todos e até a próxima!
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Ciclo
por
Stockholder
às
22:24
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Um comentário:
Adorei seu Blog!!! Me sinto quase uma delegada o descobrindo. É piegas dizer que você fala das passagens efêmeras da vida, mas que você capta os sentimentos de cada momento? Penso que não.
Acho que sempre me inculquei com a sua forma peculiar de pensar.
Eu diria que é muito bem escrito. Receba como um elogio.
Eu gostaria de ter lido a sua tese de mestrado.
Não desista do seu Blog, continue e invada os profundos pensamentos que todos temos, mas quase nunca comentamos.
Saliento, que é muito bom o texto do Cofrinho motorizado, era muito comum ver carros fortes nas carteiras da faculdade. rsrsrs...
Cordialmente,
Visil
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