<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647</id><updated>2012-02-16T08:58:15.860-02:00</updated><category term='manifesto'/><category term='Meu nome não é Johnny'/><category term='ciclo'/><category term='carreira'/><category term='sem assunto'/><category term='basquete'/><category term='decepção'/><category term='K7'/><category term='jornalismo'/><category term='traição'/><category term='choro'/><category term='música'/><category term='inteligência'/><category term='transcrição'/><category term='mulher'/><category term='sentimento'/><category term='limites'/><category term='conto'/><category term='natal'/><category term='sorte'/><category term='corporativismo'/><category term='vermelho'/><category term='presente'/><category term='amizade'/><category term='organização'/><category term='beleza'/><category term='valores'/><category term='cofrinho'/><category term='justiça'/><category term='mudança'/><category term='perecibilidade'/><category term='IPTU'/><category term='realidade'/><category term='fã'/><category term='dor'/><category term='homem'/><category term='profissão'/><category term='carro'/><category term='amor'/><category term='blog'/><category term='desejos'/><category term='indiferença'/><category term='Circo Voador'/><category term='paixão'/><category term='emotivo'/><category term='chefe'/><category term='político'/><category term='cachorro'/><category term='Roberta Sá'/><category term='fita cassete'/><category term='racional'/><category term='moto'/><category term='vingança'/><category term='cor'/><category term='preconceito racismo'/><category term='reveillon'/><category term='esporte'/><category term='carioca'/><category term='César Maia'/><title type='text'>QUASE ARTE</title><subtitle type='html'>Divirta-se!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>31</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-2493923220870076875</id><published>2009-05-07T23:30:00.006-03:00</published><updated>2009-05-11T19:39:38.700-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amor'/><title type='text'>Aquela tarde</title><content type='html'>Éramos quatro naquela tarde chuvosa de inverno carioca: Tobias, meu amigo, Alexandra, sua namarada, Nany e eu. Aquele restaurante parecia nosso ou melhor, meu. Eu me sentia completamente descontraído em meio às várias taças de vinho, ótima conversa e, o melhor de tudo, a presença dela. Quem era aquela mulher? Onde estava ela que eu nunca tinha visto? Por onde eu procurava e não achava, logo ali, ao meu lado, perto do antigo trabalho, amigo de amigo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O plano inicial da tarde era apenas um filme com o amigo, mas ele já havia marcado com a namorada, mas que tinha que dar atenção à amiga que passava por uma crise no casamento. Uma divisão que parecia não gerar restos, parecia tudo arquitetado por grandes planejadores, aquela tarde para os quatro amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontrei-me com Tobias perto de sua casa, parei meu carro e fui com ele até sua namorada. Naquele momento ambos me perguntam se eu me inocomodaria com a companhia daquela amiga, a Nany. Claro que não, logo respondi, e eles, mesmo assim, ainda complementaram que ela era ótima e linda, além de ressaltar vários atributos que amigas impõem umas as outras. Eu já acostumados com essas histórias de &lt;em&gt;blind date&lt;/em&gt; abstraí, mas tinha a certeza de que seria uma tarde divertida em amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ao chegar na porta de sua casa, vendo-a vir de longe, logo percebi que ela era tudo isso, sim! Cabelos ao vento, andar sinuoso, semblante amável... Quando ela entra no carro, vejo seu belo sorriso, perfume capaz de atrair as mais silvestres das abelhas, além de lábios esculpidos milímietro por milímetro... Coitado de mim, mal falei com ela de tão afogado que estava por causa das ondas de charme que ela emanava. Pareci um tolinho, dizendo apenas um "oi".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos ao restaurante, depois de uma incursão sem sucesso ao cinema, um programa alternativo para pessoas que apenas queriam se divertir. Resolvemos apenas degustar uns tipos de vinho existentes... depois de alguns momentos, já conversávamos tranquilamente, como velhos amigos e Nany, reclamava do subto rompimento de seu casamento, estava triste, disposta a dar o troco no seu, naquele momento, ex.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não imaginava ter qualquer chance, não tinha pretensões, até que no meio da conversa ela fala de um sinal que possui na perna, puxa levemente sua saia e desliza meu dedo suavemente sobre a marca... Ao tocar sua perna, senti um raio eletrocutando meu corpo, foi uma explosão química jamais sentida, uma harmonia de pele como nunca havia sentido. Naquele momento percebi que eu estava realmente envolvido com ela, que aquela seria uma candidata ao meu coração e que ela havia gostado de mim, claro, como pessoa, o início de tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aquele começo foi apenas o fim. Saímos juntos do restaurante e, apesar daquela admiração recíproca, a deixei em casa e fui para minha. No dia seguinte, ainda extasiado com aquele quase amor platônico... Eu não tive coragem de tentar sequer um beijo... Ela ainda vivia seu casamento, estava sob efeito da raiva e qualquer tentativa minha ali iria me fazer um pé descalço sem chinelo, um Popeye sem Olívia, enfim, um amante sem amor. Eu não a desejava por uma noite, mas por uma vida inteira. Não a queria em um beijo, mas de alma inteira. Não quis ser um bom menino, apenas não queria trair o meu coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, contrariando a previsão dos três amigos, ela voltou para seu marido, com um perdão digno dos melhores católicos e uma felicidade maior que seu próprio coração. Concluí que eu devo mesmo é admirá-la, tanto por causa de sua beleza, quanto por conta de sua integridade e capacidade de amar, que fazem dela uma mulher mais linda ainda. Hoje eu fico com as lembranças e admirações daquela tarde.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-2493923220870076875?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/2493923220870076875/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=2493923220870076875&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/2493923220870076875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/2493923220870076875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2009/05/aquela-tarde.html' title='Aquela tarde'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-6538741822990046227</id><published>2009-03-15T22:18:00.002-03:00</published><updated>2009-03-15T22:24:09.196-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sem assunto'/><title type='text'>Só quis dizer</title><content type='html'>Domingo de noite, atípico na média dos meus últimos, preparando-me para uma segunda-feira atípica. Aí me pergunto, o que é atípico, o domingo ou a segunda? Na verdade ambos, com um causando outro diretamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto vontade de escrever, mas o quê? Não há idéias, não há dúvidas a serem investigadas, não há nenhum caso interessante a ser descrito, só quero dizer algo, mas não sei ao certo..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço a todos e boa semana.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-6538741822990046227?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/6538741822990046227/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=6538741822990046227&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/6538741822990046227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/6538741822990046227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2009/03/so-quis-dizer.html' title='Só quis dizer'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-2747405878891367146</id><published>2008-12-25T00:48:00.003-02:00</published><updated>2008-12-25T01:02:28.946-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='natal'/><title type='text'>Texto de  natal</title><content type='html'>O que realmente significa o Natal? Será que comemoramos o nascimento de Jesus, será que somos, de fato, religiosos, uma vez por ano? Às &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;vezes&lt;/span&gt; eu me pego pensando sobre essas coisas e procuro entender o que realmente o Natal significa para as pessoas, não pelo que ela comemoram, mas pelas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;ações&lt;/span&gt; que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;adotam&lt;/span&gt; na época de final de ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria das pessoas está perto de suas famílias, seguindo o protocolo de harmonia e confraternização. De maneira religiosa ou não, é um ato socialmente muito indicado, pois é a época do ano em que as diferenças ficam para trás e qualquer esforço e válido para reatar os lanços familiares que outrora se perderam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas vá até a janela da sua casa e olhe, observe, espione seus vizinhos... Você verá um prédio com várias janelas, algumas apagadas, aqueles que foram visitar familiares e outras &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;janelas&lt;/span&gt; acesas. Alguns cheios de gente, trocando presentes e outras com três, duas e, até, uma pessoa passando o dia de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;uma&lt;/span&gt; maneira anormal... na verdade como se fosse um dia normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí eu me pergunto e compartilho com vocês a indagação: quem são, estão assim por querer? Há coo mudar? Isso é justiça? E se for, é justo no dia de hoje?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço a todos e tenham um ótimo Natal!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-2747405878891367146?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/2747405878891367146/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=2747405878891367146&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/2747405878891367146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/2747405878891367146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2008/12/texto-de-natal.html' title='Texto de  natal'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-5797188554413721579</id><published>2008-12-08T23:36:00.002-02:00</published><updated>2008-12-08T23:43:00.155-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='moto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cofrinho'/><title type='text'>Cofrinho motorizado</title><content type='html'>Eu estou para escrever isso há algum tempo,  mas somente hoje tive coragem. Apesar de &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;totalmente&lt;/span&gt; irrelevantes, tenho observado um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;fenômeno&lt;/span&gt; na cidade do Rio de Janeiro: sempre que uma mulher passa de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;carona&lt;/span&gt; numa moto, ela está pagando &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;cofrinho&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já repararam? Deve ser por causa da posição "para trás"da lombar em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;reação&lt;/span&gt; ao resto do corpo, quando pernas e braços estão para frente. Isso faz com que a calça arrie e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;zimm&lt;/span&gt;... abra-se o espaço para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;moedinha&lt;/span&gt;. Assim, tudo bem que moda, moto e postura podem não combinar, mas nada justifica uma ser que outro dia pagava dois dedos de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;cofrinho&lt;/span&gt; mais três de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;calcinha&lt;/span&gt; em plena luz do dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você ainda não tem carteira, esteja preparado para quando for enfrentar as ruas da cidade. E você que, como eu, já anda por essas estradas, cuidado para não se distrair com coisas irrelevantes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-5797188554413721579?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/5797188554413721579/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=5797188554413721579&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/5797188554413721579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/5797188554413721579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2008/12/cofrinho-motorizado.html' title='Cofrinho motorizado'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-8052163483965713597</id><published>2008-12-03T22:24:00.003-02:00</published><updated>2008-12-03T22:38:54.817-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='blog'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ciclo'/><title type='text'>Ciclo</title><content type='html'>Depois de algum tempo faço as pazes com meu teclado e cá estou. Não sei ao certo sobre o que escrever, tenho uma reflexão interessante na mente, mas antes preciso voltar. Reiniciar um ciclo de textos, provavelmente mais leves, com inspirações menos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;acadêmicas&lt;/span&gt; e com reflexões mais engraçadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falar de ciclos é muito complicado, pois é muito fácil cair no lugar comum, afinal tudo é cíclico. Se pensarmos como Lavoisier, nada se cria, tudo se transforma, as modas que vêm e vão, as crises &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;econômicas&lt;/span&gt;, gerações e assim por diante. Nós &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;também&lt;/span&gt; vivemos em ciclos, como os dias, meses e anos. Sempre recomeçamos a contagem, do zero, até um limite e voltamos, sempre do zero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas essa seria a perspectiva cronológica e que tal sob a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;ótica&lt;/span&gt; do "vivido"? Vivemos em ciclos, mas damos a eles o nome de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;projetos&lt;/span&gt; ou metas de vida. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Planejamos&lt;/span&gt; algo, começamos, desenvolvemos, terminamos, com sucesso ou &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;insucessos&lt;/span&gt; e, em pouco tempo, já estamos em outro, isso quando não estamos em vários ao mesmo tempo. Na verdade a coexistência desses &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;projetos&lt;/span&gt; é a regra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso para dizer que estou voltando ao meu: o Blog. Um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;projeto&lt;/span&gt; que até o momento tem mais insucesso do que vitórias, mas não acabou. Mas se bem que, para mim, isso aqui é um sucesso, afinal o tenho por um motivo, meu, muito peculiar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;projeto&lt;/span&gt; continua e, aos poucos, através de metáforas e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;causos&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;transvestidos&lt;/span&gt; os contarei parte dos meus &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;co&lt;/span&gt;-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;projetos&lt;/span&gt; de vida. É isso! Um abraço a todos e até a próxima!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-8052163483965713597?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/8052163483965713597/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=8052163483965713597&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/8052163483965713597'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/8052163483965713597'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2008/12/ciclo.html' title='Ciclo'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-65690566559320640</id><published>2008-08-26T21:13:00.004-03:00</published><updated>2008-08-26T21:30:45.596-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='transcrição'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fita cassete'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='K7'/><title type='text'>A fita cassete</title><content type='html'>De volta ao meu blog amigo, quero fazer um registro: a nova tecnologia é cara, mas a velha pode sr muito mais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para concluir meu curso, precisei fazer algumas entrevistas. Essas deveriam ser gravadas e depois transcritas para análise de conteúdo e essas coisas que todos sabem. Eu, muito esperto, usei meu gravador digital, daqueles que já gravam em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;WAV&lt;/span&gt;, formato padrão que qualquer media &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;player&lt;/span&gt; vagabundo lê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a minha escassez de tempo, dividi a árdua tarefa de transcrição com uma profissional e já estava me imaginando me dando bem: envio o arquivo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;WAV&lt;/span&gt; por e-mail, ela retorna o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;DOC&lt;/span&gt; também por e-mail, o depósito é feito e pronto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não! Ela disse que se fosse com o formato digital, demoraria mais tempo por não estar acostumada e ela queria mesmo era em fita cassete. Ah, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;ok&lt;/span&gt;! Ia me dar um pouco mais de trabalho passar de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;WAV&lt;/span&gt; para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;CAS&lt;/span&gt; (chamemos assim o formato cassete). Fui ao &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;shopping&lt;/span&gt; comprar as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;fitinhas&lt;/span&gt;... &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;hummm&lt;/span&gt;... Americanas! comprei várias fitas lá!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei na loja e escutei o seguinte: "não vendemos isso há algum tempo". Pior que não ter, foi sentir a &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;sensação&lt;/span&gt; de idade. Ah, mas na Casa &amp;amp; Vídeo vai ter. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Putz&lt;/span&gt;, a mesma resposta no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;camelô&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;shopping&lt;/span&gt;. A essa altura eu me desesperei e me imaginei percorrendo todo o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;SAARA&lt;/span&gt; atrás de uma tecnologia maldita de horrível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como a esperança é a última que morre, fui passando em todas as lojas e nada.... uma vendedora chegou a me mostrar uma fita &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;VHS&lt;/span&gt;! Vejam isso! Ela só se deu conta do engano depois que eu expliquei o que queria.... coitadinha, devia ter apenas uns 19 anos... &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;auhuahuahahu&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, percorri todo o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;shopping&lt;/span&gt; e como Murphy é um cara legal, na última loja encontrei a fita. A &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;sony&lt;/span&gt; custava R$ 2,90 e a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;TDK&lt;/span&gt; R$ 4,90. Pára tudo. Primeiro, desde quando &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;TDK&lt;/span&gt; é melhor que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;Sony&lt;/span&gt;? Segundo, 3 conto numa porcaria que deve ser rebobinada (quando foi a última vez que você escutou essa palavra?), 6 x mais caro que um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;DVD&lt;/span&gt;? Muito &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;puto&lt;/span&gt; saí da loja e me neguei a ser assaltado daquela maneira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu precisava de umas 4 fitas e me recusei a gastar 12 reais. Ao mesmo tempo lembrei que algum tempo atrás tinha &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;omprado&lt;/span&gt; uma caixinha delas para gravar aulas e para copiar CDs (acho que faz mais tempo do que eu imaginava) e fui &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;escrafunchar&lt;/span&gt; o fundo do armário.... &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;Tcharam&lt;/span&gt;! Havia 6 fitas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;TDK&lt;/span&gt; embrulhadas no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;plastiquinho&lt;/span&gt; ainda!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de um final sem graça, achei muito interessante a aventura de procurar fitas K7 no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;shopping&lt;/span&gt;!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-65690566559320640?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/65690566559320640/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=65690566559320640&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/65690566559320640'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/65690566559320640'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2008/08/fita-cassete.html' title='A fita cassete'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-95178624380491185</id><published>2008-06-30T08:52:00.002-03:00</published><updated>2008-06-30T08:54:00.766-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='carro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='homem'/><title type='text'>Qual é a melhor forma de escolher um homem?</title><content type='html'>A revanche, para as meninas não ficarem trsites... Também ouvi no rádio...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para saber se um homem é ideal, compare-o, também, a um automóvel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Verifique o interior. Não se iluda com o design.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Verifique o ano. Os muito novos ainda precisam ser amaciados. Os muito rodados, além de pegarem os vícios de donas anteriores, costumam dar muito problema mecânico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Ele é estável? Ou balança quando depara com qualquer curva?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Obedece ao comando com facilidade? Ele é ágil ou demora a responder?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) É muito importante verificar a alavanca de câmbio. Deve ser de agradável manipulação. Faça o teste. Engata com facilidade ou costuma emperrar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) Fuja do que é movido a álcool.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7) Evite os muito barulhentos ou que emitam ruídos desagradáveis, como roncos e escapamentos desregulados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8) O motor mantém temperatura constante? Ou é daquele tipo que esquenta rapidinho, percorre pequena distância e "morre" logo em seguida? (hahahahahahahaha...!!! Essa é a melhor!!!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9) Ou o que é pior.... De manhã nem com o afogador puxado???????&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10) Leve-o para um "test drive".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o homem passou em todos esses testes e lhe agrada, lembre-se: antes de adquirir, faça um contrato de locação e use-o por um ou dois meses. Nesse período, você ainda pode ter surpresas desagradáveis... Não esqueça!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-95178624380491185?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/95178624380491185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=95178624380491185&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/95178624380491185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/95178624380491185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2008/06/qual-melhor-forma-de-escolher-um-homem.html' title='Qual é a melhor forma de escolher um homem?'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-8603778055054462371</id><published>2008-06-28T19:15:00.003-03:00</published><updated>2008-06-30T09:05:24.553-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='carro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mulher'/><title type='text'>Qual é a melhor forma de escolher uma mulher?</title><content type='html'>É fácil! Basta compará-la a um automóvel .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Verifique o design. Deve ter bom porta-malas. Embora alguns prefiram, evite o modelo "perua".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Verifique o ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Observe o estado de conservação da lataria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) É boa de curvas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) É macia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) Possui "air bag" duplo frontal de bom volume?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7) É econômica?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8) Faz pouco barulho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9) Esquenta rápido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10) Leve-a para um "test drive".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a mulher passou em todos esses testes, lembre-se: por precauçao, faça um "leasing", porque, nesse meio tempo, pode surgir um modelo melhor e mais novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ouvi na rádio e resolvi compartilhar...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-8603778055054462371?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/8603778055054462371/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=8603778055054462371&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/8603778055054462371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/8603778055054462371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2008/06/qual-melhor-forma-de-escolher-uma.html' title='Qual é a melhor forma de escolher uma mulher?'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-4310157824710926440</id><published>2008-05-28T05:27:00.002-03:00</published><updated>2008-05-28T05:33:23.521-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Roberta Sá'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Amor Blue - Roberta Sá</title><content type='html'>Não ando muito inspirado para escrever, por isso minha singela contribuição da semana é colocar o link para download da música Amor Blue, da Roberta Sá, que faz parte da discografia da novela Ciranda de Pedra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem tiver a oportunidade de assistir à novela, por favor me diga se a músia vem sendo tocada e em quais momentos ocorre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço a todos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://arquivorobertasa.blogspot.com/2008/05/udio-amor-blue.html"&gt;(clique aqui)&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-4310157824710926440?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/4310157824710926440/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=4310157824710926440&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/4310157824710926440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/4310157824710926440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2008/05/amor-blue-roberta-s.html' title='Amor Blue - Roberta Sá'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-6875477464161179395</id><published>2008-05-03T02:36:00.002-03:00</published><updated>2008-05-04T15:42:19.566-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desejos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='chefe'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='traição'/><title type='text'>Tentação de chefe II</title><content type='html'>(&lt;span style="font-style: italic;"&gt;continuação de &lt;a href="http://quasearte.blogspot.com/2008/05/tentao-de-chefe.html"&gt;Tentação de chefe I&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Olga..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quieto, meu amor... Eu escutei você falando da peça, sua &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;opinião&lt;/span&gt; de como deveria ser. Adorei a &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;idéia&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;percebi&lt;/span&gt; que você nunca havia tido uma chance aqui na empresa. Você precisa aprender a trabalhar sob pressão... Quero uma relatório até o final do dia na minha mesa, aso esteja bom, vou te &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;efetivo&lt;/span&gt; na área de produção de eventos na empresa".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal área era o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;filet&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;mignon&lt;/span&gt; do mercado. A &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;diretora&lt;/span&gt; ia demitir o rapaz pela sua falta de respeito, mas o cara era realmente bom e foi o primeiro a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;esnobá&lt;/span&gt;-la, tudo que ela mais queria. Assim, ela mudou de opinião no caminho e resolveu ver o que o rapaz tinha de bom, apesar de seu aspecto de bom menino. O trabalho entregue na mesa foi motivo de elogios em toda a empresa e a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;efetivação&lt;/span&gt; era certa no pós-formatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por coincidência, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;Juninho&lt;/span&gt; foi trabalhar em um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;projeto&lt;/span&gt; de Olga, super confidencial. Em pouco chegar em casa meia-noite virou rotina, cada vez mais ele trabalhava depois do horário, geralmente com Olga, apenas ela. Com a desculpa de ainda ser um estagiário, ela pagava o jantar, mas sempre em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;ótimos&lt;/span&gt; restaurantes, seus decotes ficaram cada vez mais sensuais e a maneira como ela ensinava os assuntos faziam &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;Juninho&lt;/span&gt; a cada dia ter mais excitação por ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que um dia choveu demais e a não parava. Em plena &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54"&gt;Av&lt;/span&gt;. das Américas formavam-se &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_55"&gt;bolsões&lt;/span&gt;, justo aquele dia que &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_56"&gt;saíram&lt;/span&gt; mais cedo do trabalho. Sem titubear, olha entra no Dunas e fala, vamos parar aqui, porque é mais seguro. A gente pega um quarto, assiste a uma televisão e ficamos livre de ter de pagar R$ 2.000,00 de conserto de carro. Subiram para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_57"&gt;suíte&lt;/span&gt; como dois adolescentes, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_58"&gt;Juninho&lt;/span&gt; não acreditava como sua &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_59"&gt;chefona&lt;/span&gt; poderia ser tão legal, a ponto de não ver nenhum perigo em entrar em um local daqueles, afinal de contas, mesmo sendo noivo, as mulheres não engoliriam isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele entro, deitou na cama e virou para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_60"&gt;tv&lt;/span&gt;. Ao olhar no espelho, Olga estava com uma cinta liga, numa meia luz, com uma silhueta perfeitamente esculpida. Sua cara ficou como a de um bobo em milésimos de segundo. Ele não acreditava, que aquela senhora, poderia ser algo tão perfeito. Aquela respeitada profissional e bela mulher, ali, na sua frente, seria o melhor ponto de seu currículo. Ele fingiu que não viu, pois acreditava da inocência da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;tia&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um misto de tesão, desejo, vontade lhe passavam no sangue. Ele estava quente, ele &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_61"&gt;não&lt;/span&gt; era de ferro, não ia aguentar ver aquilo  tudo; ao passo que aquela duna de areia &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_62"&gt;não&lt;/span&gt; era para seu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_63"&gt;caminhãozinho&lt;/span&gt; de madeira. Tinha que ter respeito. Mas ela não era inocente assim, tinha algo de errado, ou melhor, muito certo ali. &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_64"&gt;Quando&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_65"&gt;Olga&lt;/span&gt; finalmente saiu do banheiro, extremamente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_66"&gt;sexy&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_67"&gt;Juninho&lt;/span&gt; olhou para sua aliança de noivado. Foi o tempero mais sórdido que aquela mulher teve em toda sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele momento, aquele anel foi extremamente excitante, que fuzilou o garoto que cada vez mais se desesperava entre a mulher que mais admirava e, realmente era boa mesmo, ali, na sua frente, preparada especialmente para ele e sua noiva, o amor da sua vida, aquela menina da 19 para quem prometeu amor eterno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tentação venceu. Olga achou que fosse acabar com o menino, depois daquela crise existencial ele poderia ser apenas um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_68"&gt;brinquedinho&lt;/span&gt;. Ledo engano! Ele foi para cima e ela se arrependeu de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_69"&gt;nào&lt;/span&gt; ter feito isso antes, como ela poderia se contentar com aquele seu marido tão fraco? &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_70"&gt;Juninho&lt;/span&gt; se comportou como um profissional, ela cansou antes mesmo que o garoto se sentisse com a missão cumprida. Ela cedeu e foram até o &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_71"&gt;raiar&lt;/span&gt; do dia... O problema é que não podiam, ambos, chegar com as mesmas roupas do dia anterior e com os perfumes trocados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jeito foi o rapaz ir para casa, para &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_72"&gt;cumprir&lt;/span&gt; seu horário dia seguinte. A &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_73"&gt;diretora&lt;/span&gt; poderia chegar em qualquer hora. Naquele momento ela se curou do recalque. Viu que a &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_74"&gt;melhor&lt;/span&gt; coisa que aconteceu na sua vida foi experimentar o diferente, conhecer outro cara e ter experiências diferentes. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_75"&gt;Juninho&lt;/span&gt; terminou o noivado alegando falta de maturidade para manter uma relação daquela natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olga passou a ser a mulher mais tarada que conheço. Não perdoava ninguém, ela adquiriu gosto pela coisa, mas ela fez uma promessa: quando encontrasse alguém como o seu "primeiro menino" pararia para um namoro sério, mas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_76"&gt;Juninho&lt;/span&gt; era um quase profissional, cara de bom menino com talentos ocultos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim foi. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_77"&gt;Juninho&lt;/span&gt; teve uma carreira meteórica, com seus trabalhos de motivação com suas chefes, em 8 anos passou a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_78"&gt;gerenciar&lt;/span&gt; as contas das 3 maiores anunciantes do país, além de ser o eterno amante &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_79"&gt;step&lt;/span&gt; de Olga. Essa passou a contratar mais estagiários, sempre homens, com cara de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_80"&gt;nerd&lt;/span&gt;, ao estilo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_81"&gt;Juninho&lt;/span&gt;, que passaram a ser conhecidos com os estagiários meteoros, símbolo que representava suas carreiras.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-6875477464161179395?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/6875477464161179395/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=6875477464161179395&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/6875477464161179395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/6875477464161179395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2008/05/tentao-de-chefe-ii.html' title='Tentação de chefe II'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-7791427325486660475</id><published>2008-05-03T00:57:00.011-03:00</published><updated>2008-05-03T13:43:19.911-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desejos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='chefe'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='traição'/><title type='text'>Tentação de chefe I</title><content type='html'>Eu estava analisando as estatísticas de acesso do blog e percebi que o texto mais visto foi o do &lt;a href="http://quasearte.blogspot.com/2008/01/o-amor-est-nas-unhas-do-p.html"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;amor nas unhas do pé&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Com apenas 3 comentários, 1 de uma frequentadora frequente e outros 2 de primeiras visitas, pude concluir que tive muitos visitantes &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;anônimos&lt;/span&gt; e, ousaria, que foram recomendados, já que a página do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;google&lt;/span&gt; me mandou algumas pessoas com palavras-chave relacionadas. Esse é um bom indicador, porque se alinha com o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;objetivo&lt;/span&gt; da criação do blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem ainda não sabe, um dia quero escrever um livro, contos ou um romance, de preferência trágico, com histórias &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;cotidianas&lt;/span&gt; e, que de alguma forma, gerem reflexões sobre o comportamento que as pessoas possuem. Para tanto, baseio em histórias reais, vividas por mim, mas com muitas &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;transformações&lt;/span&gt;, diria que da maneira como gostaria que fosse. Nada melhor do que escrever um agora, não acha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posso quase afirmar que assim foi: D. Olga, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;diretora&lt;/span&gt; de eventos da crescente agência de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;propagandas&lt;/span&gt; acabara de se separar do marido. No alto de seus 42 anos, o máximo que a julgava ter não &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;passava&lt;/span&gt; de 34. Ela realmente era de tirar o chapéu, com o dinheiro e a facilidade que &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;possuía&lt;/span&gt; com os negócios, conseguiu um carreira de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;fazr&lt;/span&gt; inveja a qualquer ser: pouco &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;stress&lt;/span&gt; e muita grana, &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;suficiente&lt;/span&gt; para a todo momento cuidar do corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Spas&lt;/span&gt;? Poderia ser &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;avaliadora&lt;/span&gt; de revistas especializadas. Academia? Montaria série para qualquer &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;jovenzinha&lt;/span&gt; ficar nos trinques. Salário? O suficiente para pagar tudo isso. Mas segundo os analistas da área, ela tinha um grande problema, o marido. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;Apaixonadíssima&lt;/span&gt; por ele, aquilo tudo tinha apenas um dono, em 22 anos de casamento. O &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;milionário&lt;/span&gt; empresário sabia do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;ativo&lt;/span&gt; que possuía, mas como cachorro que era, em pouco tempo já geria sua mulher e 2 amantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ficar mais velho, fazendo seus 5o anos, há pouco, no final de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;abril&lt;/span&gt;, seu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;portfólio&lt;/span&gt; de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;muchachas&lt;/span&gt; alternativas &lt;/span&gt;tinha dois dígitos. Quantas eu não sei, mas pelo menos umas 7 em diferentes estados e mais umas 5 na Argentina, Colômbia, EUA, Canadá e Espanha, o mais novo destino de seus produtos. O cara é, sempre foi, uma máquina!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olga não teve suporte psicológico para suportar aquela situação. O divórcio foi imediato e &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;definitivo&lt;/span&gt;. Suas últimas palavras para ele &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;foram&lt;/span&gt; "bom dia, meu querido". A coisa foi tão profunda, que ela nem quis conversar para romper aquele romance, foi tudo via advogado. Ela sabia que seu coração tinha um dono, único, mas que não haveria volta. Inconscientemente ela se fechou para o mundo do amor, gerando os mais loucos desejos por quem estava em sua volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como ela havia sido conquista por Tito, ela não se conformava em ter caído naquele estado, como poderia ter sido enganada? Mas aqueles momentos foram tão maravilhosos, que hoje ela repetiria tudo. Mas honra é honra e sua &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;imagem&lt;/span&gt; perante a sociedade devia se manter. Seu recalque se transformou em algo muito peculiar, não queria vingança, queria apenas repetir os momentos sexuais de intensos e apaixonados, pois a máquina funcionava como O Km, apesar do avançar da idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela resolveu escolher seus amantes. Melhor, escolher aqueles que não lhes desse bola, como sofrido no passado, a moderna mulher queria dar o troco à categoria masculina da mesma forma. Mas havia um grande problema, quem ia ignorar aquela beldade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um primeiro momento ela ficou desesperada. A notícia de &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;separação&lt;/span&gt; gerou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;frisson&lt;/span&gt; na agência, todos queriam consolar a pobre mulher - mas ela não queria colo, estava interessada em outra coisa. Na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;night&lt;/span&gt; todos lhe davam bola, do jornaleiro da porta da boate aos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;playboys&lt;/span&gt; da área &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;VIP&lt;/span&gt; babavam pela &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;tiazinha&lt;/span&gt;. &lt;/span&gt;E isso recalcava cada vez mais, como aquele idiota do Tito poderia tratá-la daquela maneira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois meses sem a sonhada noite e ela estava quase &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;surtando&lt;/span&gt;. Precisava lavar a alma, era mais do que simplesmente sexo. Ela tinha que conquistar seu homem e depois pisar até dizer chega. Até que um dia, passando pelo corredor da agência, ela escuta o papo de 2 estagiários, ambos de último período de faculdade", daquele tipo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;geninho&lt;/span&gt;, brilhante, mas que aceitou a vaga para tapar o buraco dos serviços burocráticos e que, por isso, não teria nada de brilhante no futuro profissional:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Walter: "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;Po&lt;/span&gt;, aquela &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;diretora&lt;/span&gt; é um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;espetáculo&lt;/span&gt;, ah se a pego de jeito..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;Juninho&lt;/span&gt;: "Que isso cara, ela é bonita sim, mas nem penso numa coisas dessas. Ela poderia ser minha mãe e &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;não&lt;/span&gt; troco minha namorada por nada".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao escutar aquilo Olga subiu nas tamancas. Ninguém nunca havia &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;falado&lt;/span&gt; aquilo para ela, como poderia um pirralho de 20 e poucos anos ousar dizer aquilo. E ser trocada por uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;pirralha&lt;/span&gt;? Aquilo era o cúmulo! De maneira alguma isso ficaria daquele jeito, haveria troco. Foi o tempo de chegar na sala e chamar o estagiário para um papo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;Juninho&lt;/span&gt;, queria que você se lembrasse daquilo que você comentou com o Walter no café. O cara tremeu, gelou, seu futuro profissional acabara... Sra. Olga, eu queria pedir &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;desc&lt;/span&gt;..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"FIQUE QUIETO AGORA MESMO E REPITA!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;span style="font-style: italic;"&gt;continua...&lt;/span&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-7791427325486660475?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/7791427325486660475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=7791427325486660475&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/7791427325486660475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/7791427325486660475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2008/05/tentao-de-chefe.html' title='Tentação de chefe I'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-4940205936297364564</id><published>2008-04-29T22:38:00.005-03:00</published><updated>2008-04-29T23:20:21.038-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sentimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='limites'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='emotivo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='choro'/><title type='text'>Choro e seus limites</title><content type='html'>Por que temos vontade de chorar? Ao observar certas cenas, eu me pergunto qual é a reação química que faz com que saiam lágrimas de nosso olhos. Um cientista poderia dizer que isso ocorre quando a substância tal entra inunda a área X do cérebro o que acarreta... NÃO!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso é bula de remédio, manual de instrução de computadores importados, letra de médico ou cabeça de mulher, ou seja, ninguém entende. Quero respostas simples, objetivas, que me façam entender o choro, seja ele de felicidade ou de tristeza, raiva ou alívio e, quem sabe, o porquê de as mulheres serem as campeãs no quesito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juro que quando comecei a escrever, não tinha nenhuma resposta em mente. Mas com o passar do tempo, esclarecendo minha dúvida, comparando situações me veio uma resposta. Ou melhor, uma hipótese, que vou mostrar agorinha, depois de um breve comentário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como podemos encontrar as respostas para nossos questionamento? Certa vez, um o ilustre professor de matemática Elon Lages Lima, afirmou que quando entendemos as dúvidas a resposta é gerada automaticamente. E eu acho que é por isso que sempre me proponho a escrever textos com reflexões, acho que me proponho a propor um questionamento que tenho, mas ao escrevê-lo, estruturá-lo, acabo tendo insights e possíveis respostas para elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas voltando ao choro, acredito que ele ocorra em momentos de extravaso. Sempre que algum sentimento transborda o limite do possível acontece o choro. Ele é o limite exterior dos sentimentos e, curiosamente, só o encontramos quando dele passamos. É como se só pudéssemos vê-los de fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que as mulheres têm a ver com isso? É que elas são mais sensíveis, possuem limites menores e a todo momento por eles passam. Uma coisa interessante, narrada por uma amiga minha esses dias, é a situação de amigos, homens, declararem amor uns aos outros chorando, normalmente bêbados. Nesse caso o limite foi diminuído, a carcaça da racionalidade masculina, imposta pelo machismo da sociedade faz com que os limites diminuam e que a expressão de sentimentos se intensifiquem, justificando o choro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se estou coerente comigo mesmo, sempre posso falar para um chorão que ele(a) está passando dos limites?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço a todos e ótima semana!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-4940205936297364564?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/4940205936297364564/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=4940205936297364564&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/4940205936297364564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/4940205936297364564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2008/04/choro-e-seus-limites.html' title='Choro e seus limites'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-2848584701910707335</id><published>2008-03-25T00:45:00.004-03:00</published><updated>2008-03-25T00:47:56.414-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amizade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='realidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dor'/><title type='text'>Amigos doem, mas não machucam</title><content type='html'>Aproveitando o tema amizade, trago um texto que está no meu antigo blog.&lt;br /&gt;&lt;a name="post_18932505"&gt;&lt;span class="data_hora"&gt;21/08/2007 21:08&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--''--&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este dias passei por algumas situações e comecei a refletir sobre amizade e aquilo tudo tipicamente feito por amigos. O que será coisa de amigo? Festas, atenção, aquele ombro amigo, palavras de confiança, com certeza, isso sim é papel dos amigos. Obviamente a amizade está ligada aos bons momentos da via, com amigos compartilhando. Dos lados ruins também, quando esses são as fontes de inspiração para solução dos problemas ou o porto seguro onde se pode sempre atracar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem algumas frases feitas sobre amigos, como “os que colocam nas maiores enrascadas”, “é para essas coisas” e “aquele do lado esquerdo do peito”. Mas o que significa isso tudo senão o nosso bem-estar? E quando, em um primeiro momento, essa sensação não aparece? Quando nossos amigos nos trazem más inquietudes, desconfortos, em suma, aquela verdadeiro dor no ser, no eu mais interior. Quando parece que ele virou casaca e não se comporta como aquele ao nosso lado, pois se estivesse, não geraria o sofrimento, mas o prazer imediato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu pai, desde quando eu possuía apenas meus 50cm de altura – e acredite, isso faz tempo – me fala que amigo é aquele que diz a verdade, que quer o bem-estar. Sempre me disse que era meu amigo, quando não me deixava sair com aqueles moleques mais “delinqüentes” que moravam na rua; quando não podia passear sozinho no alto dos meus 9 anos, mesmo com a plena certeza de que tinha capacidade e poderia dar inúmeros outros exemplos aqui, com a certeza de que cada um se identificará com, pelo menos, parte deles. Hoje eu confesso que isso me doía, não entendia, como pode ele gostar de mim, dizer que é meu amigo e não me deixar cair na diversão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizmente, por mais paradoxal que pareça, a amizade nos trás um grande aliado: a dor. Como a que quando fazemos alguma coisa de errado, ele diz, sem nenhuma cerimônia: “você errou, não deveria ter feito isso”; quando estamos na direção de um prazeroso erro e vem a voz da correção: “as coisas não são por aí”. O que os amigos fazem conosco é simplesmente cuidar do nosso melhor. Fazem com que encontremos nossos caminhos corretos, que sigamos nossos valores, que desenvolvamos nossas potencialidades, quando não podemos enxergar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nestes momentos, percebemos apenas o prazer imediato, não levamos em consideração os riscos de um futuro não muito distante. Realmente a correção, privação dos impulsos mais imediatos, é uma fonte de dor, ainda mais quando esperamos o apoio daquele no qual sempre acreditamos. Assim, nossos amigos são as poucas pessoas que são capazes de nos fazer sentir essa sensação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não se pode confundir a dor com os machucados. Dores são sensações, experiências, que, mais cedo ou mais tarde, passa. Os machucados, por outro lado, são traumas, conseqüências que exigem tratamentos, que podem acarretar no mal funcionamento de outras partes e, que se não forem percebidos, podem levar à morte. Definitivamente, amigos não machucam, pelo menos de coração. Amigo que é amigo nunca deseja gerar tais traumas, pode até ser que ocorra, mas são raros os momentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O perigo dos machucados é que eles podem não se manifestar. Diria até que o machucado que dói muito é um machucado amigo, pois exige tratamento imediato. De maneira oposta, aquele que fica ali quietinho, no cantinho dele, crescendo, comendo pelas beiradas, ganhando força às nossas custas, é um inimigo dos mais avassaladores...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando alguém chega e nos fala algo que não nos agrada devemos parar e pensar, essas são palavras amigas? É difícil saber se elas doem ou machucam... mas o mais complicado é escutá-las sem doer e não saber se machucam...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-2848584701910707335?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/2848584701910707335/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=2848584701910707335&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/2848584701910707335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/2848584701910707335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2008/03/amigos-doem-mas-no-machucam.html' title='Amigos doem, mas não machucam'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-8529841281503822036</id><published>2008-03-14T23:03:00.004-03:00</published><updated>2008-03-14T23:20:17.024-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='perecibilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amizade'/><title type='text'>Meu amigo é perecível</title><content type='html'>Nós somos feitos muito mais do que corpo e mente, somo emoções, sociais, expectativas e muitos outros componentes cada um deles precisa de um tipo de alimento. Assim como a comida é o que sustenta nosso corpo fisicamente, como fonte de energia, a experiência como pessoa também precisa de outros tipos, como os amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de não ser a mesma coisa, é possível de fazer um paralelo entre amigos e alimentos, e por favor, não pensem besteiras, não se trata de um comer o outro no bom ou no mau sentido. Talvez a maior maior das dificuldades seja a de aceitar que as amizades possuem um "quê" de perecibilidade, pois a consumimos constantemente, mas ao mesmo tempo temos que tratá-la de modo a nào estragar, inclusive guardando na geladeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, um amigo meu comeóu um relacionamento há pouco tempo, está com uns problemas com sua namorada e ele não busca a juda dos amigo, já tentamos conversar com ele, mas ele resolveu se isolar. Ele nos colocou na geladeira, isso mesmo, preferiu nos afastar antes que o consumo que ele estivesse disposto a fazer pudesse estragar tudos. ao mesmo tempo, nós, do lado de cá, observamos para ver o que vai dar aquilo, sempre aptos a ajudar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-8529841281503822036?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/8529841281503822036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=8529841281503822036&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/8529841281503822036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/8529841281503822036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2008/03/meu-amigo-perecvel.html' title='Meu amigo é perecível'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-4405690996059920583</id><published>2008-03-03T22:01:00.002-03:00</published><updated>2008-03-03T22:03:13.345-03:00</updated><title type='text'>A prova!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_lvMuBzgjvRw/R8yfpamrxVI/AAAAAAAAACU/So2GeoZ-biE/s1600-h/Imagem+073.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lvMuBzgjvRw/R8yfpamrxVI/AAAAAAAAACU/So2GeoZ-biE/s320/Imagem+073.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173685605806884178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Aí está a prova!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-4405690996059920583?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/4405690996059920583/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=4405690996059920583&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/4405690996059920583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/4405690996059920583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2008/03/prova.html' title='A prova!'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lvMuBzgjvRw/R8yfpamrxVI/AAAAAAAAACU/So2GeoZ-biE/s72-c/Imagem+073.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-8014750897472817890</id><published>2008-03-01T22:25:00.007-03:00</published><updated>2008-03-01T23:04:38.091-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Roberta Sá'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fã'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Circo Voador'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amor'/><title type='text'>A primeira vez</title><content type='html'>Era aguardado o momento, a primeira vez é sempre especial e deveria ser &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;ótima&lt;/span&gt; também. Havia aquele frio na barriga, aquela expectativa, ela quase havia ocorrido em outros momentos, mas não rolou. Ontem, 29 de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;fevereiro&lt;/span&gt;, uma data mística, que ocorre apenas de quatro em quatro anos, só poderia ser nesse dia. Como havia ansiedade, cheguei mais cedo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paguei para entrar, é claro, mas e daí? Algum &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;preconceito&lt;/span&gt;? Uma hora isso deveria ocorrer e foi preciso pagar, mas o brilho não se perdeu por causa do detalhe. Para relaxar um pouco, um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;chopp&lt;/span&gt; antes da hora... Não combinamos nada, mas é claro que seria assim: ela chegaria ao local marcado, faria sua apresentação e depois nos &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;encontraríamos&lt;/span&gt; para o momento mágico, o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;contato&lt;/span&gt; físico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim foi! Ah, que maravilha, não imaginei sentir emoções tão &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;diferentes&lt;/span&gt;. Na verdade esperava intensidade, mas não daquela forma. Não poderia imaginar que a primeira vez seria &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;tão&lt;/span&gt; revolucionária, se soubesse eu juro que teria antecipado. As emoções se assemelham com a de um desfile em escola de samba, correntes se sentimentos a todo momento pelo corpo... E qual é o nome dela? Seria justo revelar nossa intimidade? Sim, porque além de tudo foi em local público e ela, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Roberta&lt;/span&gt; Sá, fez de ontem uma noite linda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como prometido em &lt;a href="http://quasearte.blogspot.com/2007/12/que-man-f.html"&gt;texto anterior&lt;/a&gt;, esse é o nome da mulher que mudou minha vida. Sem exageros, ela foi e primeira pessoa a despertar em mim a admiração de fã, cujos sentimentos foram esclarecidos. O &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;show&lt;/span&gt; foi como descrito acima, cheguei mais cedo, paguei pelo ingresso, esperei o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;show&lt;/span&gt;, acompanhei inteiramente e depois fui pedir a assinatura no CD, quando, como bom fã, dei-lhe um abraço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquela seria a prova de fogo para continuar a admiração pela cantora que, sim, ao vivo possui um belo sorriso. Esperei para falar com ela, mas era um momento especial, não é todo dia que se &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;estréia&lt;/span&gt; no Circo Voador, havia até Caras fazendo entrevista com a cantora. Entrei na área reservada, esperei em uma pequena fila que ela descesse para falar com os fãs. Conheci um anjo na fila, com o nome de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Lucilene&lt;/span&gt;, vejam o pedido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Oi&lt;/span&gt;, seria muito abuso se eu pedisse para você tirar uma foto minha com ela e me &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;madar&lt;/span&gt; por e-mail?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Claro que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda não falei com ela, nem peguei a foto, mas voltemos ao momento mágico. Fiquei de frente com a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;Roberta&lt;/span&gt;, meio sem jeito, sem ter muito o que falar. Peguei o CD e pedi seu autógrafo. Ela, simpática e sorridente assinou, pedi um abraço e elogiei seu trabalho. Votei para casa com um sentimento ímpar, com o gostinho de quero mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou fã dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço a todos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-8014750897472817890?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/8014750897472817890/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=8014750897472817890&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/8014750897472817890'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/8014750897472817890'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2008/03/primeira-vez.html' title='A primeira vez'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-4042627167899472501</id><published>2008-02-28T18:27:00.003-03:00</published><updated>2008-02-28T18:55:11.355-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='preconceito racismo'/><title type='text'>Você deve rever seus conceitos....</title><content type='html'>Lembro-me de uma campanha publicitária da FIAT, veiculada há alguns anos, em que se tentava induzir o telespectador a uma revisão de seus conceitos, para tanto usava-se temas como preconceito racial etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinceramente falando, sei que o preconceito existe e que ele está entre nós, mas neste último fim de semana presenciei uma das situações mais bizarras dos últimos tempos: estávamos num churrasco de confraternização e chegou mais uma família convidada, uma família negra composta da avó, seus dois filhos e dois netos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conversa vai, conversa vem, começaram a falar o quanto as duas crianças (uma com 3 e outra com 9 anos) eram inteligentes, bonitas etc. Mas as crianças não eram "só" isso: o menininho, com 3 aninhos de idade, além de tudo, ainda era garanhão (só rindo!), isso porque todas as menininhas da escola queriam namorá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na boa, ou minha família é muito careta, ou os tempos avançaram muito, pois onde já se viu a família ficar se vangloriando dos dotes de uma criança de 3 anos? E como se a sexualidade já tivesse aflorado nesta idade. Mas vamos deixar isso de lado, porque o foco é outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá pelas tantas, o pai do rapazinho disse: "eu já falei que ele não pode namorar a fulana-cabelo-de-sol..." - e cá pensei eu com meus botões que o pai era uma espécie de "racista ao contrário", uma vez que era negro e que não queria que seu filho namorasse uma loirinha - e ele continuou "a fulana-ninho-soleil (!?) tem um pezinho na África, aliás, os dois pés na África, e não é menina para namorar meu filho. Eu não quero netos de cabelo ruim..." Como se não bastasse o pai falar aquele monte de asneiras, todo o resto da família concordava e ria, ria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de - nem tão - singela, essa foi uma das mais bizarras demonstrações de racismo que vi ultimamente. Não pelo falo de a família ser negra, mas sim pelo fato de uma família negra não ter a percepção de que é negra e, assim, não querer "misturar" sua pureza. Cruz credo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-4042627167899472501?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/4042627167899472501/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=4042627167899472501&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/4042627167899472501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/4042627167899472501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2008/02/voc-deve-rever-seus-conceitos.html' title='Você deve rever seus conceitos....'/><author><name>butterfly</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07282104693449323085</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-212744627816940397</id><published>2008-02-24T14:21:00.001-03:00</published><updated>2008-02-24T14:57:16.428-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='decepção'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paixão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='profissão'/><title type='text'>E a paixão?</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Eles se conheceram num lugar pouco provável, numa reunião formal de trabalho, uma festa de confraternização de final de ano. Quem os apresentou? O único amigo que possuíam em comum, James.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Fred e Ana conversaram por um bom tempo, identificaram-se rapidamente e pareciam não querer parar de conversar naquela noite. Muito sem graça, Fred não quis pedir a Ana seu telefone, ficou sem graça, queria, mas ao mesmo tempo não quis logo de cara mostrar suas boas intenções. Foi-se embora. No dia seguinte, ao se encontrarem na empresa, Fred catou o telefone de Ana na lista de e-mails da empresa e fez uma ligação com a desculpa de tirar alguma dúvida.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Conversaram sobre o assunto sério, logo mudaram o tom da conversa e começaram a se tornar amigos. Até que um dia combinam um chopp, no qual James estava presente e cada vez mais trocaram olhares de interesse. Ao final, cada um vai para sua casa e no dia seguinte, Fred convida Ana para sair. Vão ao cinema e beijam calorosamente. Os dois sentem algo diferente acontecendo e ao terminar o filme, inventam algo para fazer, e acabam jantando. Depois do jantar o que fazer? Os dois curtiam muito aquele momento, não queriam ir embora, sair daquele carinho seria péssimo para os dois. Era a primeira vez que saíam juntos, mas as emoções estavam bastante fortes. O que explicava aquela ligação toda entre eles?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Fred, um rapaz de poucos amores, não se sentia tão confortável do lado de uma garota há muito tempo. Ele queria berrar ao mundo que estava apaixonado. Queria namorar, queria noivar, casar logo com aquela guria. Não via a hora de pedi-la em namoro, até que subitamente ele a chama seriamente:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Ana, não podemos continuar saindo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Por quê? O que aconteceu, fiz alguma coisa de errado?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- O problema é esse. Já conheci muitas mulheres, mas como você é diferente, não consigo a ver apenas como uma “amiga”, você não é mulher de ficar. Como estou novo na empresa, não acho que seja certo termos algo agora. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ana entendeu o recado. Era tudo o que queria escutar, apesar de saber que as coisas não seriam tão fáceis assim, já James era muito mais do que um amigo ciumento, mas mesmo assim ela continuou o momento:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Ah, não é? Então sou o quê?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Ana, paremos por aqui, vamos para casa e amanhã nos falamos... estou confuso, não quero e confundir ainda mais...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Não há confusão. O que você não quer falar pode ser exatamente o que quero ouvir. Se você sente algo, essa pessoa merece saber... Os sentimentos só existem de uma para outra pessoa e, por isso, também mereço saber.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Eu estou completamente apaixonado por você. Acho que você é a mulher da minha vida! Quero que você seja minha namorada, agora!!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ana, após tal declaração, havia lapidado seu maior defeito, a vaidade. Aquele rapaz era legal, mas aquela declaração tão rápida acabara com os desafios pelos quais, sim, ela era apaixonada.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Fred, entendo, mas infelizmente não podemos continuar. A verdade é que acabei de ter um caso com James, e você sabe, ele é casado. Eu me apaixonei muito por ele e, mesmo depois de três anos de promessa, a separação não saiu. Você é um rapaz de ouro, seria capaz de me apaixonar por você, se seu amigo não fosse o amor de minha vida.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Fred tremeu. Raiva, ódio, amor... Um ciclone de sentimentos o abalou por quase sessenta segundos. Ele não sabia o que fazer. Um balde de gelo? Uma porta na cara? Uma facada pelas costas? Qual seria a melhor descrição para aquele momento? Nunca havia se apaixonado tão intensamente em tão pouco tempo. Nunca havia se jogado num amor de maneira tão leve, submissa e confiante.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Voltando a si, ele nada mais falou. Foi ao carro, deixou a donzela em casa, e foi até praia vermelha refletir. Lá chegou, comprou um refrigerante com um camelô e sentou em um banco para começar a conversar com o mar, seu maior conselheiro. Olhando para as ondas seus pensamentos eram os mais variados possíveis:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;“É, fui usado. Fui vítima da maior das vaidades! Não, não fui vítima, ela sim foi. Continuo minha vida, tenho um amigo no qual confiar, tenho muitos amores peã frente. Coração livre e o mundo a conhecer. Eu a perdôo. Não, o que é isso? Eu a agradeço, pela primeira vez me joguei numa paixão. Não sabia que existia isso eu mim, me sinto até mais humano”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Ei, amigo, outro refrigerante Zero.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Acabou! Serve Mate?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Não. Sabe de uma coisa? Está tarde. Vou nessa! Um abraço e boas vendas.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-212744627816940397?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/212744627816940397/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=212744627816940397&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/212744627816940397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/212744627816940397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2008/02/e-paixo.html' title='E a paixão?'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-1358249564265300967</id><published>2008-02-21T20:51:00.006-03:00</published><updated>2008-02-21T21:45:05.736-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cachorro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amor'/><title type='text'>O primeiro conto</title><content type='html'>Charles sempre foi um rapaz teimoso e criativo. Além de grande inteligência, possuía uma grande inteligência emocional, sabia lidar com qualquer tipo de pessoa e sempre que chegava em um novo círculo, logo se enturmava. Era muito querido por seus antigos amigos pela presteza que tinha em ajudá-los a solucionar os problemas diários acabou com a fama de terapeuto da grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos 21 anos terminou seu curso de veterinária e não via a hora de, finalmente, engajar profissionalmente na atividade que mais gostava de fazer: cuidar de cachorros. Pela competência ganhou três convites de trabalho, das quais uma foi logo descartada; ficou na dúvida entra a clínica de animais que mais pagava com luxo e a outra que pagaria um bom salário e que ainda praticava pesquisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficou com última e logo no primeiro dia ele teve uma das mais belas visões de sua vida. Na entrada da clínica um golden retriever lindo, peludo, daqueles de ganhar competição entrava guiando uma bela jovem. Olhar penetrante, andar sinuoso, cabelo em harmonia com cada curva de seu rosto... Só podia ser um presente de formatura atrasado. Naquele momento houve a certeza de que aquela era a mulher da sua vida! Seu coração já possuía uma dona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boqueaberto, sem acreditar que a mulher de seus sonhos estava com seu cão predileto, ele ficou estático, que se quebrou apenas na terceira vez que Lua, sim, esse era seu nome, pela terceira vez pediu informação sobre o atendimento de cães. Ela bem que tentou esconder, mas o sorriso que deu ao perceber a felicidade do rapaz selou o início de um grande amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao saber que o animal estava com um pequeno problema de pulgas, não sendo nada grave, Charles quebrou o código de ética e puxou assunto com a gata. Ela, por sua vez, não resistiu ao sarcasmo do rapaz e por muito tempo conversaram sobre pulgas, como se s caceira que um sentia pelo outro não acabasse nem com o melhor dos remédios existentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de 3 horas, a jovem foi embora com seu cão, certa de que precisava voltar, mas torcia para que Charles pegasse seu telefone na ficha e ligasse... Ele bem que tentou, mas na emoção do encontro, só havia 7 dígitos no telefone preenchido na ficha. Foi quase uma facada no coraçao dele. Depois de três dias sem a tal da ligação, sofrendo pela rejeição de seu amor, o jeito foi inventar uma desculpa para ir à clínica...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela precisava ver aquele rapaz de novo, ne que fosse uma depesdida, ao mesmo tempo que ele não pensava em outro coisa, a não ser naquela linda mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caminho um terrível acidente aconteceu, um carro em alta velocidade atingiu dona e cão. Uma caridosa alma recolheu a jovem e a levou para um hospital, enquanto o cachorro, em estado terminal, agonizava na rua, manchada de sangue por todos os lados. Um criador de cães, ao passar pelo local, recolheu o Apache e o levou para clínica mais próxima. Charles ao receber o cão, viu seu nome na correntinha, se deseperou, pois o cão de sua amada corria riscos sérios...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a cirurgia, muitas felicidades, o cão em pouco tempo se recuperaria... O desespero veio depois, ao saber que a pancada na cabeça de Lua havia sido fatal e que nunca mais iria rever seu amor. Foram dias e mais dias sem trabalhar, sem ir a clínica e foi quando ele decidiu abandonar aquela profissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Charles passou a cuidar de Apache, que se tornaria um cão de rua, como uma boa lembrança daquele amor. O rapaz decidiu trabalhar em revistas especializadas em animais, pois já não conseguia lidar com eles diariamente. Apesar de lindos textos profissionais, sua dor por Lua ainda era muito grande. E foi aí que ele decidiu fazer seu primeiro conto, contando um pouco de sua história e de seu grande amor, que começou mais ou menos assim: "Charles sempre foi um rapaz teimoso e criativo...".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-1358249564265300967?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/1358249564265300967/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=1358249564265300967&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/1358249564265300967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/1358249564265300967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2008/02/o-primeiro-conto.html' title='O primeiro conto'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-7815542383515710689</id><published>2008-02-14T21:27:00.000-02:00</published><updated>2008-02-14T21:28:17.923-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='valores'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='esporte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='corporativismo'/><title type='text'>O corporativismo de valores</title><content type='html'>&lt;a href="http://quasearte.blogspot.com/search/label/valores" rel="tag"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="post-header-line-1"&gt;&lt;span class="post-labels"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;  &lt;p&gt;Pensando esses dias me deparei com uma questão muito interessante: o corporativismo. Entendo que seja a defesa de pessoas que estão em uma organização e que se defendem por mais diversas razões. O termo mais adequado seria o espírito de corpo, largamente utilizado pelos militares. Mas existe um tipo de defesa que beira uma tirania do que se acha correto, o que eu apelidei de corporativismo de valores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é bom encontrar uma pessoa que divide mesmas opiniões, comportamentos e hábitos com você. Existe uma química no momento, um desejo de estar junto, de entender como aquele ser que nunca tinha tido contato pode ser tão parecido contigo, tão diferente. Costumamos logo fazer uma analogia, aquele ali sou eu mais novo, aquela sou eu de saia, e por aí vai. Neste momento não apenas queremos conviver com aquela pessoa, mas desejamos que ela se sobressaia, se destaque, "se dê bem na vida".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê? Porque no fundo queremos impor nossos valores sobre os demais... Queremos que o nosso modelo de ser seja o predominante, algo que possui muitos exemplos na história. O Romário, quando ainda técnico do Vasco, escalou um jogador chamado Alex Teixeira de titular após vê-lo jogar nos jogos do torneio de Dubai. Apesar de jovem ainda, a declaração do ex-jogador foi a de craque é craque e se é bom, deve jogar, independentemente de quaisquer outras coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvindo o rádio depois, os comentaristas lhe deram razão e justificaram e disseram que Romário sabia identificar craques, porque havia sido um. Outra questão é a de que o ex-jogador deseja seu estilo em prática - jogador que joga é o bom, assim como ele era.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, cuidado com as críticas e os elogias que vocês fazem a outras pessoas, eles podem, na verdade, ser aquilo que você identifica de você mesmo no outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço a todos!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-7815542383515710689?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/7815542383515710689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=7815542383515710689&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/7815542383515710689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/7815542383515710689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2008/02/o-corporativismo-de-valores_14.html' title='O corporativismo de valores'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-1705290991565802608</id><published>2008-02-07T17:50:00.000-02:00</published><updated>2008-02-10T22:54:55.825-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='organização'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='basquete'/><title type='text'>Será que o espanhol resolve?</title><content type='html'>Hoje eu tive um grande susto ao saber que o novo técnico da selação brasileira de basquete é um espanhol. Apesar do susto, não cheguei a ficar surpreso, porque depois dos comentários que fiz no meu antigo blog, era de se esperar mudanças. O Globo Esporte fruzou bem que o desejo da CBB é o de classificar a seleção masculina para os Jogos Olímpicos, pois já faz 12 que os rapazes de nosso país não conseguem sequer uma vaguinha nas Vila Olímpicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas deixando, pelo menos tentando, as lembranças de lado, vamos ao fato. A reportagem destacoou que o novo técnico é uma pessoa franca e direta, já com dois recados para os jogadores da NBA: se não quiser, não precisa jogar pelo Brasil. Ai ai ai, quanta coisa errada, primeiro porque QUALQUER pessoa sonha em jogar numa seleção, é como um sonho de menino. Segundo, não se trata apenas de querer unilaterlamente, os melhores do país formam mais do que um time, é uma família em torno de um objetivo comum, muito grande por sinal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí já chega o cara com o pé no peito! O que ele quer, arrumar briga com a elite do basquete? Entendida a reportagem, eu quero mesmo é escrever sobre outra coisa, o jeito dado para colocar o Brasil em quadra em Pequim. Alguém teve a excelente idéia da mudar o técnico, como se esse fosse o grande probema do país. Será que eu devo mandar o meu último texto para ele? Será que ele acha que as pessoas são tão inocentes assim? Não é possível aceitar mais essa ação dos administradores do basquete nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora gostaria de fazer aquela velha perguntao a um cozinheiro: você faz omelete sem ovos? Pois é isso que a CBB está querendo fazer com essa decisão. Possuímos algusn atletas sim, mas não temos espírito de equipe. Os atletas que hoje estão nas equipes profissionais foram fãs da geração Oscar, aquele ser que destruiu o basquete nacional, mas que chama de "o melhor de todos os tempos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele conseguiu transformar o coletivo em individual. Você se lembra do resto da equipe dele? Além do Marcel, quem mais faz parte da geração Oscar? Associado a esse espírito individualista-quero-ser-cestinha, nossas categorias de base formam equipes para fotos. Isso mesmo, os times são para os queridinhos dos diretores e beneméritos de clubes tirarem fotos, com uniformes bonitos, para colocar com orgulho na parede de casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com tudo isso, eu pergunto como se quer chegar às Olimpíadas? Como esse espanhol vai mudar a mentalidade de nossos atletas? Quer dizer, ele quer? Como fazer um conjunto de individuais? com tudo isso não vejo maneiras de nossos atletas conseuirem uma vaguinha para os jogos na terra da Grande Muralha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coloco abaixo o texto que está no meu outro blog:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;---------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Organização prevalece e Brasil perde para a Argentina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;A manchete do UOL se refere ao pré-olímpico de basquete. O jogo valia uma vaga para Pequim e, mais uma vez, o Brasil está fora (você acredita neste time no mundial pré-olímpico? Eu não!!). Resolvi escrever hoje sobre um tema que eu evito comentar, até mais do que deveria. Para ex-atletas como eu, ou pessoas que conhecem um pouco mais o mundo da bola laranja, o título é ambíguo e, diria até óbvio, mesmo sem conhecer nada da estrutura del baloncesto de nuestros hermanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê? Chega a ser ridículo querer ganhar alguma coisa com as estruturas do nosso esporte. Primeiramente porque as categorias de base são escolas de palhaçadas e panelas, se você é filho de jogador, comentarista esportivo, benemérito de clube ou qualquer outro da “elite” do esporte, você é um ótimo atleta. Porque assim você pode jogar para si, cagar para os outros membros da equipe, mostrar seus valores individuais, mostrar o jogador que você é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê? Porque os pais, os familiares podem ver como aquele pupilinho de elite é “bom”, como ele joga, como se destaca no resto de otários. É como comprar uma universidade e ser o melhor aluno, fazer um filme e ser o ator principal, ser o dono da bola. Mas infelizmente nada disso é dito. Crianças, pré-adolescentes, acreditam nos velhos valores de equipe, que a confiança mútua existe e em todos aqueles outros valores tão bonitos defendidos pelos esportistas – que devem ser defendidos mesmo, pois o caminho para uma vida melhor é por aí. Mas por favor, mentir para criança é muito feio!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos aqueles que fazem parte da “classe média”, os mortais no que se refere ao “QI” da bola laranja, acabam sofrendo. Crianças se esforçam para se tornar titulares, para fazer o jogo em equipe, porque aquilo é o certo. Ninguém é capaz de falar para elas que os filhinhos e queridinhos é que jogarão independentemente de qualquer coisa. Defesa? O que é isso? Assistência? Jamais. O negócio é o “eu”, é ser o cara, o melhor, num esquema de equipe unida para que “eu marque pontos mas vocês não sabem disso".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo desse paradigma do esporte brasileiro é o maior ídolo do basquete. Preciso dizer o nome dele? Claro que não! E quem jogava com ele? Você sabe o nome de alguém? Dos caras que defendiam enquanto ele ficava só na linha dos três? Esse cara conseguiu transformar o basquete em um esporte individual, a grande praga no nosso esporte de bola laranja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que isso tem a ver com o jogo da Argentina? Bem, primeiro que eu faço parte da geração que hoje faz parte da seleção brasileira. Quando eu era infantil me lembro de ver o Nenê nas quadras do Tijuca Tênis Clube jogando pelo Vasco. O Tiago era o grande ídolo do Marcão, nosso assistente-de-tornozelos-machucados e que desde aquela época está na seleção brasileira, que sempre repetia que ele com apenas 14 anos tinha ido para Espanha, no alto de seus 2m e alguma coisa. Com certeza sua formação esportiva não foi no Brasil e por isso hoje veste a amarelinha. Os que estão na seleção hoje ou vieram de baixo com um talento extra série ou faziam parte das elites.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, vocês sabem de quem o Marcelinho, nosso armador, é parente? Por que será que o Nenê, o grande pivô da NBA não quis jogar na seleção em outros tempos alegando falta de organização? E assim as histórias rolam e rolam... Mas qualquer um do esporte que leia meu blog dirá que esses são os melhores brasileiros em quadra hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o pior de tudo, é verdade!! Os que possuíam o talento, os que tinham o potencial de fazer o país crescer no esporte, foram tolidos ainda em categorias de base. Perderam as esperanças, concluíram que o esporte não era para eles... E isso simplesmente por ter a noção de que o diretor do filme queria colocar o seu elenco na quadra, não as artistas com o talento suficiente para ganhar o Oscar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas que seja. Acho que escrevi demais para concluir que, na verdade, o time da Argentina foi mais organizado do que o brasileiro. Pergunta final: como os “elites” se sentem em saber que seus queridos nunca ganharão nada? É melhor do que ver outros ganhando, quem sabe, olimpíadas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pena que a reposta é impossível...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até logo pessoal!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No próximo post eu faço um paralelo com o basquete americano e os valores da terra do Tio Sam...&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-1705290991565802608?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/1705290991565802608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=1705290991565802608&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/1705290991565802608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/1705290991565802608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2008/02/ser-que-o-espanhol-resolve.html' title='Será que o espanhol resolve?'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-2331924856945893750</id><published>2008-01-23T19:33:00.000-02:00</published><updated>2008-01-27T11:52:46.595-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='César Maia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='carioca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IPTU'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='político'/><title type='text'>César Maia e o legado do IPTU</title><content type='html'>Mesmo com minha pouco idade, eu já vi diversos políticos: malandros, inteligentes, corruptos, burros e até mesmo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;bonzinhos&lt;/span&gt;... Mas eu nunca havia visto um da espécie do Maia. &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Afinal&lt;/span&gt; de contas o que ele é? Um grande canalha por querer aumentar o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;IPTU&lt;/span&gt; em 300% ou um grande artista para aparecer na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;mídia&lt;/span&gt;? Um filho da mãe que explora o bolso de seus contribuintes ou um professor, que o configuraria como perfeito &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;cidadão&lt;/span&gt; carioca... &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Ué&lt;/span&gt;, como assim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca na história desse país (Lula da Silva, 2002-2008) tivemos uma figura tão importante como o senhor César. Quem poderia imaginar que esse ser um tanto quanto &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;esquizofrênico&lt;/span&gt; poderia deixar um legado para a cidade: o protesto. Isso mesmo, gostaria de saber qual foi o último movimento genuinamente carioca de força popular em prol de algum &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;objetivo&lt;/span&gt;. Talvez tenha sido a Revolta da Chibata, lá por 1910.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que um senhor prefeito resolve aumenta o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;IPTU&lt;/span&gt; de maneira assombrosa. Mas até aí tudo bem... Associações de moradores iniciam um movimentos de boicote. Ele desdenha e o movimento cresce, cresce... E ele &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;desdenha&lt;/span&gt;, diz que é o melhor para ele... e o movimento cresce...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que ele não percebeu que politicamente ele perdeu uma luta contra o povo, carioca, ainda por cima! E o pior de tudo, às vésperas do &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Carnaval&lt;/span&gt;! Ele conseguiu! O povo se uniu contra ele e, pelo visto, venceu. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;IPTUs&lt;/span&gt; estão sendo revistos e agora já sabemos o caminho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Torço para que esse seja o grande legado do prefeito para a cidade. Tenho confiança de que esse foi o primeiro de muitos &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;protesto&lt;/span&gt; que um dos povos mais tranquilos do país aprendeu a fazer... Obrigado senhor prefeito, além de grande professor, deixou um belo legado para nós, cariocas. Mas antes, por favor, reveja o &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;IPTU&lt;/span&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-2331924856945893750?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/2331924856945893750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=2331924856945893750&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/2331924856945893750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/2331924856945893750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2008/01/csar-maia-e-o-legado-do-iptu.html' title='César Maia e o legado do IPTU'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-3201497038935757317</id><published>2008-01-20T12:22:00.000-02:00</published><updated>2008-01-20T15:02:37.526-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sorte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meu nome não é Johnny'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='inteligência'/><title type='text'>Mercúrio na casa sete</title><content type='html'>Ontem eu fui ver Meu nome não é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Johnny&lt;/span&gt; e positivamente me surpreendi. O filem aborda, de maneira bastante forte, muitas questões &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;polêmicas&lt;/span&gt;, que não é fácil abordar normalmente, mas de maneira &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;sútil&lt;/span&gt;. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Diria&lt;/span&gt; que todos são os públicos do filme, psicólogos, educadores, filhos, pais e crianças, sim, crianças, apesar da classificação de 14 anos, que na verdade é um absurdo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que um filme, de um problema comum nos dias de hoje, pode ser tão multifacetado assim? Os problemas &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;apresentados&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;sutilmente&lt;/span&gt;, são os seguintes: separação de pais, exemplo e estrutura familiar, amizades perigosas,loucuras por amizades, amor bandido, profissão ilegal, corrupção e incompetência das instituições públicas, lealdade, amor de mãe, arrependimento, justiça, punição, tráfico internacional, denúncia e duas que me chamaram muito a atenção: inteligência e sorte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem dúvidas, o protagonista do filme é uma pessoa de intelecto &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;privilegiado&lt;/span&gt;, mas não apenas isso, acima de tudo possui sorte. Essa combinação fez com que ele conseguisse vencer os maiores desafios na sua vida. De maneira correta ou não, isso se resume em uma das frases mais inocentes do filme, mas muito explicativa: "não são todos que nascem com Mercúrio na casa sete". E isso é verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Estrella&lt;/span&gt; consegue um misto de inteligência e sorte ao longo da sua vida que é de invejar qualquer telespectador. Basta ver o filme que tudo, para ele dá certo, mesmo quando dá errado e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;vice&lt;/span&gt;-versa. Quando está no lado do crime, quando tudo está errado, tudo dá certo, ele cresce em suas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;atividades&lt;/span&gt; e vai conseguindo fama, até uma carreira internacional de 5 a 6 dígitos de pagamento (seria em reais? Isso não ficou claro, mas era muita grana).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAs chega uma hora que tudo dá errado, quando ele &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;finalmente&lt;/span&gt; deve acertar as contas com a justiça, devendo ser julgado por uma juíza mão de ferro. À primeira vista deu tudo errado, mas ali foi o maior certo de sua vida. Ou seja, quando tudo parecia errado, as coisas começaram a dar certo. A magistrada com &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;certeza&lt;/span&gt; era conhecida por mão de ferro por aplicar penas duras aos condenados por ela. Quanta sorte de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Estrella&lt;/span&gt; ao se deparar com ela, imagina se ele pegasse um "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;bonzinho&lt;/span&gt;" que lhe encurtasse a pena pela metade? Pelas contas, ele ainda estaria vendo o sol nascer quadrado...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-3201497038935757317?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/3201497038935757317/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=3201497038935757317&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/3201497038935757317'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/3201497038935757317'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2008/01/mercrio-na-casa-sete.html' title='Mercúrio na casa sete'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-5308403075000406580</id><published>2008-01-16T23:16:00.001-02:00</published><updated>2008-01-16T23:28:24.966-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mudança'/><title type='text'>Mudar para manter</title><content type='html'>Ao longo das minhas reflexões eu já identifiquei alguns paradoxos, mas há um deles que me intriga bastante, que é quando mudamos alguma coisa justamente para ficar tudo como antes. Pois é, toda mudança tem o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;objetivo&lt;/span&gt; de manter ma característica &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;muito&lt;/span&gt; forte. É como se fosse uma lancha na Baía da Guanabara (quando olhamos por cima da ponte), em que se vê caminhos abrindo, mudanças no mar, mas a rota &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;retilínea&lt;/span&gt; e intocável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí uma das famosas frases faz sentido:"em time que está ganhando, não se deve mexer". Ora, se o ponto mais importante é vencer, por que mudar fatores que podem afetar esse objetivo maior? O mesmo raciocínio se aplica quando o técnico começa a ver seu time perder e logo logo providencia alterações para voltar ao satatus quo - vitória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito em qualquer mudança, qualquer pessoa que diga que está sempre mudando, na verdade, o que procura é a estabilidade de um detalhe, algumas vezes escondido a sete chaves, outras vezes claramente explanado e, raras, incoscientemente desejado. Por isso, é importante ter em mente o que vai ser mudado, como será e quais são as possíveis conseqüências, pois o que pode ocorrer é mudar o que se queria manter e manter o objeto de mudança. Além da trsiteza do fenômeno, é uma baita frustração para as expectativas, mas essas já são tema para um outro texto...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-5308403075000406580?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/5308403075000406580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=5308403075000406580&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/5308403075000406580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/5308403075000406580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2008/01/mudar-para-manter.html' title='Mudar para manter'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-4431150583479061062</id><published>2008-01-13T17:00:00.000-02:00</published><updated>2008-01-13T19:25:00.553-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='indiferença'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='justiça'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vingança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amor'/><title type='text'>Justiça e amor: uma conta estranha</title><content type='html'>Não sei ao certo sobre o que vou escrever hoje, mas aqui sentei e vamos esperar para ver o que sai... Lembrando-me de um fato que ocorreu há pouco tempo, fiquei espantado com o sentido de justiça que cada um de nós carrega consigo. Já parou para pensar no que é justo? Se você ainda misturar com amor e vingança a discussão se aquece e pode-se gerar um conflito de pessoas, em vez de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;idéias&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, quem ama, por que ama? Como lida com o sentimento? E o amado, como lida com o amor que sente e o que faz com o que recebe? A justiça de sentimentos acontece quando ambos amam e são amados de maneira igual? Apesar de isso ser impossível, essa seria a medida caso possível?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora imaginem uma situação na qual o amor não é correspondido sendo, primeiramente, tratado com indiferença. Um homem que ama mulher e ela não está nem aí? O que fazer com todo aquele amor? Ela não é obrigada a corresponder, mas isso é justo? Se for, que medidas podem trazer a justiça?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De outra forma, quando o amor é mal &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;tratado&lt;/span&gt;? A vingança se justifica? É justo se vingar e colocar todo o veneno recebido de volta? Mas isso pode ser injusto, porque a vingança pode ser muito maior do que o vacilo... e aí, como esses "valores" se ajustam??&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só fiz essa pequena reflexão por alguns motivos: 1) medir sentimentos é algo muito complicado, todas as pessoas sabem disso e concordam, mas tendem a quantificar, com as perguntas &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;singelas&lt;/span&gt;: "o quanto você me ama?", "será que o meu amor por ele é maior do que o que ele tem por mim?".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então o que acontece é que quando avaliamos por fora e lemos um texto como este, de cara achamos que é coisa de louco medir o amor. mas quando estamos juntos de alguém as singelas perguntas quantificam, ou tentam, sem se dar conta. Quando o amor se &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;transforma&lt;/span&gt; em ódio, aí é que os argumentos para a vingança são os mais quantificáveis possíveis....&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-4431150583479061062?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/4431150583479061062/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=4431150583479061062&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/4431150583479061062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/4431150583479061062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2008/01/no-sei-ao-certo-sobre-o-que-vou.html' title='Justiça e amor: uma conta estranha'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-2025004857848797128</id><published>2008-01-08T20:53:00.000-02:00</published><updated>2008-01-08T20:54:16.023-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='beleza'/><title type='text'>Beleza? Como definir?</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O padrão de comportamento masculino por regiões brasileiras, uma antropologia barata. Antes de falar do processo de caça das espécies do país, é preciso fazer uma série de suposições, pois caso elas não estejam bem claras, posso ser acusado seriamente de discriminação, coisa que estou longe de praticar e muito menos quero ser acusado de tal.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Pois bem, o que é a beleza feminina? Aquilo que agrada os sentidos do homem, belas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;bundas&lt;/span&gt;, seios que cabem na mão de um cavalheiro ou, para os mais gulosos, os maiores possíveis com consistência e forma. Olhos claros, sedutores, atraentes, cintura fina, pernas grossas, mas há os que prefiram as mais finas. Cabelo, ah, o cabelo loiro para namorar e mais escuro para casar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Poderia escrever vários e vários atributos da beleza, mas não caberiam aqui, ou pior de tudo, iria escrever todos os tipos de mulheres, porque gosto não se discute e cada um tem o seu – não se discute. Pois bem, apesar dessas ressalvas, o brasileiro possui um padrão de beleza feminina no seu eu, e eu o coloco aqui, de acordo com a minha visão de mundo e, influenciado é claro, pelas minhas preferências.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;Então, resumindo, vamos dizer que as mulheres bonitas são aquelas que se aproximam das gaúchas, loiras de olhos azuis. Quando não, morenas de olhos claros ou morenas de pele com cabelo liso e assim por diante... É razoável? Se positivo, continuamos a história...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;Um abraço a todos!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-2025004857848797128?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/2025004857848797128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=2025004857848797128&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/2025004857848797128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/2025004857848797128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2008/01/beleza-como-definir.html' title='Beleza? Como definir?'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-6402978350786332004</id><published>2008-01-06T22:22:00.000-02:00</published><updated>2008-01-07T22:24:46.012-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reveillon'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vermelho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amor'/><title type='text'>O amor está nas unhas do pé...</title><content type='html'>No primeiro dia do ano, estava conversando com uma amiga minha sobre qual cor havíamos usado na virado do ano. Ela tinha usado um belo vestido verde, que pude apreciar por uma foto, já que conversávamos por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;MSN&lt;/span&gt;. Eu lhe respondi que queria passar de verde também, mas quando vi uma bela camisa azul no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;shopping&lt;/span&gt;, não resisti e acabei comprando a dita cuja para a entrada de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não me &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;lembrava&lt;/span&gt; ao certo o que significava o verde e o azul, apenas que era algo tipo paz ou coisa boa, enquanto que o verde seria o da esperança. Como estava &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;encucado&lt;/span&gt; com a dúvida, recorri ao oráculo do séc. XXI e achei a seguinte página: &lt;a href="http://www11.estrelaguia.com.br/bin/pg_dinamica_ig.php?id_pag=679"&gt;Estrela Guia.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá matei minha dúvida, e fazia sentido minha amiga querer o verde, nada ruim para quem vai se formar usar a cor da esperança e do &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;recomeço&lt;/span&gt;. O meu azul para paz de espírito, segurança, harmonia e tranquilidade é bom também para mim, mas para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;qualquer&lt;/span&gt; pessoa, não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas até aí tudo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;ok&lt;/span&gt;, eu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;sabi&lt;/span&gt;a que não queria passar de amarelo por trauma do ano em que me vesti de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;pintinho&lt;/span&gt; no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;reveillon&lt;/span&gt;. Cheguei ao &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;vermelho&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;li o&lt;/span&gt; seguinte:&lt;strong&gt;  &lt;/strong&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"&lt;/span&gt;Para ter 12 meses de muita paixão, força e energia, ao menos pinte as unhas com esta cor. Isso já vai garantir um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;ótimo&lt;/span&gt; resultado".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa alternativa para quem quer um novo amor. Sinceramente, não há cena de desespero maior do que uma mulher na noite do dia 31 com um vestido inteiramente vermelho. Ou melhor, há sim, uma mulher de saia vermelha e camisa amarela que vi quando ia para uma festa. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;Crusis&lt;/span&gt;... precisa mostrar para todo mundo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isso não vem ao caso. A verdade é que ao longo da semana passei a observar os pés das mulheres que conheço, nas ruas e BINGO!!! &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;Váááárias&lt;/span&gt; delas com a unha do pé pintada de vermelho. Impressionante, das que eu vi eu diria que pelo menos 50% estavam assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente elas pintaram os pés para o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;reveillon&lt;/span&gt; e ainda &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;possuam&lt;/span&gt; o vestígio, inocente mas presente, de um dos desejos para o ano que se inicia. Uma dica que eu conhecia era a de usar a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;lingerie&lt;/span&gt; no tom, pois assim os desejos não seriam vistos pela imensidão de pessoas com as qual nos deparamos na última noite do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço a todos, um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;ótimo&lt;/span&gt; 2008 e muitos amores!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-6402978350786332004?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/6402978350786332004/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=6402978350786332004&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/6402978350786332004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/6402978350786332004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2008/01/o-amor-est-nas-unhas-do-p.html' title='O amor está nas unhas do pé...'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-5789425722878100467</id><published>2007-12-13T18:54:00.000-02:00</published><updated>2007-12-18T21:42:47.167-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='presente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='manifesto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='natal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='emotivo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='racional'/><title type='text'>Então, é Natal?</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;O que é o Natal? Qual é o verdadeiro significado da data? Semana passada, me deparei com uma situação bastante comum para uma pessoa como eu, racional. Mas antes de falar sobre o Natal propriamente dito, queria falar sobre essa tal racionalidade. Primeiro, o que é uma pessoa racional? Aquela que faz contas, que processa informações de maneira quantitativa, que procura estabelecer o saldo, positivo / negativo, das ações para tomar uma decisão? Ok, essas são as definições mais usuais, mas todo mundo que faz isso é necessariamente racional? O racional exclui o emotivo? Ambos podem coexistir em harmonia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas essas perguntas surgem de uma simples afirmação que eu fiz semana passada: "eu não compro presentes no Natal, espero as liquidações de janeiro e, aí sim, presenteio meus entes". Depois disso, me chamaram de mão de vaca, racional e me perguntaram como eu faria quando tivesse filhos. Eu tive que admitir, obviamente, que com crianças as coisas são bem diferentes, mas não dá para comparar não é, afinal de contas elas ainda acreditam em papai Noel e não têm a menor noção do valor do dinehir0 - definitivamente ainda não são seres racionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aí eu contraponho aqui, pois no momento eu era minoria e não queria criar polêmicas, até porque as pessoas já tinham suas posições e não dariam o braço a torcer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro ponto: compras de Natal: lançamentos com preços extremamente altos, lojas cheias, shoppings lotados, trânsito na rua, briga no estacionamento e, principalmente, a idéia do ter que comprar, pois onde já se viu não dar presente no dia 25. Como sou uma pessoa que não gosta de passear em shoppings, não possuo nenhum prazer em ficar três vezes mais tempo do que o normal em um lugar fazendo compras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ponto: gosto de presentear as pessoas com presentes que tenham a ver com elas, independentemente de data ou motivo. Assim, como exposto no primeiro ponto, como é possível escolher e visualizar qualquer relação entre presente e presenteado num ambiente turbulento e, no mínimo, irritante como o que nós conhecemos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terceiro ponto: comprar qualquer coisa é pior que nada dar. Eu me sinto extremamente frustrado quando ganho algo que nada tem a ver comigo. Aí tenho o trabalho de trocar a ainda gastar dinheiro, porque nunca é possível (já repararam?) achar algo do gosto com o exato valor do que foi ganho. Aí sempre gastamos mais pelo presente que ganhamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quarto ponto: por que presente deve ser material? Por que as pessoas valorizam tanto a troca de presentes? Por que as pessoas valorizam tanto a emoção atrelada ao material? Não é possível ser feliz sem a matéria? Dinheiro não traz felicidade, mas o presente que é comprado com ele traz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manifesto: assim, resolvo lançar um manifesto de Natal. Em vez de comprar um presente para um amigo, por que não comprar o presente para um desconhecido? Tão fácil agradar quem precisa. Sabe como? Um sorriso, uma palavra, uma mão amiga. Quantas pessoas carentes precisam disso nesta época do ano. Ah, não gosto de me envolver, me sinto culpado depois de não poder arcar com as conseqüências, como dar atenção no resto do ano. Ok, compre uma fralda, uma lata de leite em pó, um macarrão, 1 Kg de arroz!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coisas simples e baratas fazem muita diferença. Além disso, para seus amigos, escreva umas palavras em um cartão. Antes que você pense em comprar um, mate essa idéia, faça um! Escreva as palavras com o coração e veja o poder que você tem no seu interior. Talvez o resultado demore um pouco, pois a maioria das pessoas super emotivas e nada racionais, como elas mesmas se definem, não estão preparadas para a verdadeira emoção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, em vez de combater o capitamaterialismo que existe em nós, o façamos da maneira mais simples, apenas valorizando aquilo que ele esqueceu. Os resultados são ótimos, mas segure o coração, porque estará sujeito a muitas turbulências e só você pode ser controlador deste vôo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, planto mais uma sementinha da emoção racional ou da razão emotiva, que é apenas de pensar naquilo que deve trazer a felicidade. Como exemplo mais comum uso a paixão, nada mais racional do que fazer loucuras por quem se apaixona. Mas isso do ponto de vista de quem se apaixonou, é claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço a todos!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-5789425722878100467?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/5789425722878100467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=5789425722878100467&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/5789425722878100467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/5789425722878100467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2007/12/ento-natal.html' title='Então, é Natal?'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-2769664875386706660</id><published>2007-12-09T15:37:00.000-02:00</published><updated>2007-12-09T15:57:20.639-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='carreira'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jornalismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='profissão'/><title type='text'>Boa sorte jornalista ou algo assim</title><content type='html'>Escrevi esse texto como um comentário à seguinte postagem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns comentários a respeito do texto. Antes de tudo, boa sorte!! Espero que seu sonho seja atingido em plenitude brevemente, mas você realmente sabe qual é o seu sonho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paremos para refletir sobre extamente o que você escreveu... Ok, vou pegar leve, eu sempre paro para pensar, eu já sei disso, mas é bom... ajuda a ficar louco... rs rs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando você pensa em jornalismo você percebe uma série de atributos que, hoje, estão ligados a essa profissão. Talvez você queira mais ser uma pessoa culta, do que aquele que fica numa sala escrevendo matérias. Pare, reflita, que outras profissões, ofícios, ou mesmo atividades voluntárias são capazes de satisfazer aquilo que você chama de jornalismo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, assim como você, me sinto na obrigação de saber um "cadim" de tudo, já que esse é o rótulo de administradores... Então, o que é o tudo? Logística, que vai diminuir os custos da empresa? Política, que vai afetar nosso ambiente organizacional? Marketing? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual é a diferença entre o administrador e o jornalista? Aredito que seja apenas uma: o que fazer com a informação!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalista vai escrever, comentar, divulgar, mas para aqueles que não são da área, pois os antenados estão sempre à frente, inclusive dos jornalistas. Já os meus colegas, decidem rumos de empresas em busca de lucros e, com isso, o engordamento de seus bolsos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, procuro guiar minhas decisões não pelo O QUÊ quero, mas pelo ESTILO de vida que quero. Com isso, o mundo muda, você muda, mas a fonte de felicidade é sempre a mesma, o seu estilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grande beijo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Stockholder&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-2769664875386706660?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/2769664875386706660/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=2769664875386706660&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/2769664875386706660'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/2769664875386706660'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2007/12/boa-sorte-jornalista-ou-algo-assim.html' title='Boa sorte jornalista ou algo assim'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-7832174615251552182</id><published>2007-12-02T12:43:00.000-02:00</published><updated>2007-12-02T20:24:21.406-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fã'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='racional'/><title type='text'>Que mané fã...</title><content type='html'>Sempre disse isso a todo mundo. Um ser racional como eu, não poderia cair na emoção de ser fã de alguém. Pensado bem, qual é sentido que isso faz? Tecnicamente, nenhum, e é justamente essa a graça...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viver é algo muito interessante, a cada dia que passa, descobrimos coisas novas sobre nós mesmos, nos contrariamos, passamos a amar ódios de outrora e o ciclo permanece. Para não dizer que quebrei a cara, vindo a me tornar um fã, preciso a salientar alguns pontos que ainda restam do meu antigo ponto de vista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre achei esquisito idolatrar algo longe de nós. Ser fã de uma banda média do interior da Irlanda... Isso é muito pouco cômodo, de que serve uma paixão se ela não está ao alcance? Só para gerar sofrimento? E ao saber que aquela banda nem sabe que você existe, que não passa de estatística de compradores de CDs, camisas, abajurs, lembrancinhas.... Eles ficam ricos e eu? vivo de altruísmo, puro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, sempre gostei de eleger de quem eu seria fã. Uma dessas pessoas é uma amiga minha, a Érica, que estilo de vida ela tem. Como eu aprendo a ver as coisas de maneira diferente ao lado dela... A Koala (rs, desculpa o trocadilho) me ensinou muitas coisas, acho que sou fã de sua inteligência... Assim, eu tenho um repertório muito grande de ídolos, cada um com seu diferencial , que admiro como um fã! E o melhor de tudo, perto de mim, ao alcance, posso interagir, aprender, criticar, enfim, conviver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isso é muito genérico, é quase a mesma coisa que falar que uma pessoa é simpática, fala, mas não diz nada sobre o assunto que tem um ponto mais específico, de qual artista você é fã? Há até pouco tempo, diria com total indiferença: nenhum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que um dia, escutei uma melodia, que mais parecia o canto da sereia para um marinheiro de primeira viagem. Que melodia! Que voz! Quem é essa? Procurei, busquei, busquei informações e de repente já escutava seu CD todo dia, queria saber a origem de sua carreira e, do nada, me vi como fã dela!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eu sinto? Forte admiração, vontade de, digamos, participar de sua vida, torço para que ela ganhe uma fama logo, pois merece muito. Me sinto envolvido de uma forma nunca antes vista e não sei dizer a origem. Simplesmente surgiu e gosto muito. Comprei o CD só para tê-lo autografado, que pedirei, ao vivo, no próximo show dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas coisas ficam: eu gosto dela, ela está próxima, ela não se acha deusa, ela merece ser uma ídola minha e eu confirmo tudo isso quando pegar seu autógrafo. Adianto o seguinte: seu sorriso é lindo e parece ser super simpática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quem é ela?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta depois da assinatura no meu CD&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço a todos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-7832174615251552182?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/7832174615251552182/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=7832174615251552182&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/7832174615251552182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/7832174615251552182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2007/12/que-man-f.html' title='Que mané fã...'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4658510319935416647.post-9013814038895290725</id><published>2007-12-02T12:23:00.000-02:00</published><updated>2007-12-02T12:32:33.918-02:00</updated><title type='text'>O início</title><content type='html'>Pessoal, resolvi criar esse blogspot por me dar conta de que é o provedor de blogs que mais me agrada.   Quando indagado na semana passada por minha prima onde ela deveria criar seu blog, não hesitei e de pronto afirmei: blogspot!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora sou eu aqui, com um título diferente do blog anterior. Escolhi quase arte por gostar ed escrever, mas com a certeza de que faço não é bem arte, mas quase, dependendo da percepção de cada um...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em breve, um texto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abs a todos,&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4658510319935416647-9013814038895290725?l=quasearte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quasearte.blogspot.com/feeds/9013814038895290725/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4658510319935416647&amp;postID=9013814038895290725&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/9013814038895290725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4658510319935416647/posts/default/9013814038895290725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quasearte.blogspot.com/2007/12/o-incio.html' title='O início'/><author><name>Stockholder</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17143613090616401572</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
