O que é o Natal? Qual é o verdadeiro significado da data? Semana passada, me deparei com uma situação bastante comum para uma pessoa como eu, racional. Mas antes de falar sobre o Natal propriamente dito, queria falar sobre essa tal racionalidade. Primeiro, o que é uma pessoa racional? Aquela que faz contas, que processa informações de maneira quantitativa, que procura estabelecer o saldo, positivo / negativo, das ações para tomar uma decisão? Ok, essas são as definições mais usuais, mas todo mundo que faz isso é necessariamente racional? O racional exclui o emotivo? Ambos podem coexistir em harmonia
Todas essas perguntas surgem de uma simples afirmação que eu fiz semana passada: "eu não compro presentes no Natal, espero as liquidações de janeiro e, aí sim, presenteio meus entes". Depois disso, me chamaram de mão de vaca, racional e me perguntaram como eu faria quando tivesse filhos. Eu tive que admitir, obviamente, que com crianças as coisas são bem diferentes, mas não dá para comparar não é, afinal de contas elas ainda acreditam em papai Noel e não têm a menor noção do valor do dinehir0 - definitivamente ainda não são seres racionais.
Mas aí eu contraponho aqui, pois no momento eu era minoria e não queria criar polêmicas, até porque as pessoas já tinham suas posições e não dariam o braço a torcer.
Primeiro ponto: compras de Natal: lançamentos com preços extremamente altos, lojas cheias, shoppings lotados, trânsito na rua, briga no estacionamento e, principalmente, a idéia do ter que comprar, pois onde já se viu não dar presente no dia 25. Como sou uma pessoa que não gosta de passear em shoppings, não possuo nenhum prazer em ficar três vezes mais tempo do que o normal em um lugar fazendo compras.
Segundo ponto: gosto de presentear as pessoas com presentes que tenham a ver com elas, independentemente de data ou motivo. Assim, como exposto no primeiro ponto, como é possível escolher e visualizar qualquer relação entre presente e presenteado num ambiente turbulento e, no mínimo, irritante como o que nós conhecemos?
Terceiro ponto: comprar qualquer coisa é pior que nada dar. Eu me sinto extremamente frustrado quando ganho algo que nada tem a ver comigo. Aí tenho o trabalho de trocar a ainda gastar dinheiro, porque nunca é possível (já repararam?) achar algo do gosto com o exato valor do que foi ganho. Aí sempre gastamos mais pelo presente que ganhamos.
Quarto ponto: por que presente deve ser material? Por que as pessoas valorizam tanto a troca de presentes? Por que as pessoas valorizam tanto a emoção atrelada ao material? Não é possível ser feliz sem a matéria? Dinheiro não traz felicidade, mas o presente que é comprado com ele traz.
Manifesto: assim, resolvo lançar um manifesto de Natal. Em vez de comprar um presente para um amigo, por que não comprar o presente para um desconhecido? Tão fácil agradar quem precisa. Sabe como? Um sorriso, uma palavra, uma mão amiga. Quantas pessoas carentes precisam disso nesta época do ano. Ah, não gosto de me envolver, me sinto culpado depois de não poder arcar com as conseqüências, como dar atenção no resto do ano. Ok, compre uma fralda, uma lata de leite em pó, um macarrão, 1 Kg de arroz!
Coisas simples e baratas fazem muita diferença. Além disso, para seus amigos, escreva umas palavras em um cartão. Antes que você pense em comprar um, mate essa idéia, faça um! Escreva as palavras com o coração e veja o poder que você tem no seu interior. Talvez o resultado demore um pouco, pois a maioria das pessoas super emotivas e nada racionais, como elas mesmas se definem, não estão preparadas para a verdadeira emoção.
Assim, em vez de combater o capitamaterialismo que existe em nós, o façamos da maneira mais simples, apenas valorizando aquilo que ele esqueceu. Os resultados são ótimos, mas segure o coração, porque estará sujeito a muitas turbulências e só você pode ser controlador deste vôo.
Assim, planto mais uma sementinha da emoção racional ou da razão emotiva, que é apenas de pensar naquilo que deve trazer a felicidade. Como exemplo mais comum uso a paixão, nada mais racional do que fazer loucuras por quem se apaixona. Mas isso do ponto de vista de quem se apaixonou, é claro.
Um abraço a todos!
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Então, é Natal?
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Stockholder
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18:54
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domingo, 9 de dezembro de 2007
Boa sorte jornalista ou algo assim
Escrevi esse texto como um comentário à seguinte postagem:
Alguns comentários a respeito do texto. Antes de tudo, boa sorte!! Espero que seu sonho seja atingido em plenitude brevemente, mas você realmente sabe qual é o seu sonho?
Paremos para refletir sobre extamente o que você escreveu... Ok, vou pegar leve, eu sempre paro para pensar, eu já sei disso, mas é bom... ajuda a ficar louco... rs rs
Quando você pensa em jornalismo você percebe uma série de atributos que, hoje, estão ligados a essa profissão. Talvez você queira mais ser uma pessoa culta, do que aquele que fica numa sala escrevendo matérias. Pare, reflita, que outras profissões, ofícios, ou mesmo atividades voluntárias são capazes de satisfazer aquilo que você chama de jornalismo...
Por exemplo, assim como você, me sinto na obrigação de saber um "cadim" de tudo, já que esse é o rótulo de administradores... Então, o que é o tudo? Logística, que vai diminuir os custos da empresa? Política, que vai afetar nosso ambiente organizacional? Marketing?
Qual é a diferença entre o administrador e o jornalista? Aredito que seja apenas uma: o que fazer com a informação!
O jornalista vai escrever, comentar, divulgar, mas para aqueles que não são da área, pois os antenados estão sempre à frente, inclusive dos jornalistas. Já os meus colegas, decidem rumos de empresas em busca de lucros e, com isso, o engordamento de seus bolsos...
Assim, procuro guiar minhas decisões não pelo O QUÊ quero, mas pelo ESTILO de vida que quero. Com isso, o mundo muda, você muda, mas a fonte de felicidade é sempre a mesma, o seu estilo.
Um grande beijo!
Stockholder
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Stockholder
às
15:37
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domingo, 2 de dezembro de 2007
Que mané fã...
Sempre disse isso a todo mundo. Um ser racional como eu, não poderia cair na emoção de ser fã de alguém. Pensado bem, qual é sentido que isso faz? Tecnicamente, nenhum, e é justamente essa a graça...
Viver é algo muito interessante, a cada dia que passa, descobrimos coisas novas sobre nós mesmos, nos contrariamos, passamos a amar ódios de outrora e o ciclo permanece. Para não dizer que quebrei a cara, vindo a me tornar um fã, preciso a salientar alguns pontos que ainda restam do meu antigo ponto de vista.
Sempre achei esquisito idolatrar algo longe de nós. Ser fã de uma banda média do interior da Irlanda... Isso é muito pouco cômodo, de que serve uma paixão se ela não está ao alcance? Só para gerar sofrimento? E ao saber que aquela banda nem sabe que você existe, que não passa de estatística de compradores de CDs, camisas, abajurs, lembrancinhas.... Eles ficam ricos e eu? vivo de altruísmo, puro!
Por isso, sempre gostei de eleger de quem eu seria fã. Uma dessas pessoas é uma amiga minha, a Érica, que estilo de vida ela tem. Como eu aprendo a ver as coisas de maneira diferente ao lado dela... A Koala (rs, desculpa o trocadilho) me ensinou muitas coisas, acho que sou fã de sua inteligência... Assim, eu tenho um repertório muito grande de ídolos, cada um com seu diferencial , que admiro como um fã! E o melhor de tudo, perto de mim, ao alcance, posso interagir, aprender, criticar, enfim, conviver.
Mas isso é muito genérico, é quase a mesma coisa que falar que uma pessoa é simpática, fala, mas não diz nada sobre o assunto que tem um ponto mais específico, de qual artista você é fã? Há até pouco tempo, diria com total indiferença: nenhum.
Até que um dia, escutei uma melodia, que mais parecia o canto da sereia para um marinheiro de primeira viagem. Que melodia! Que voz! Quem é essa? Procurei, busquei, busquei informações e de repente já escutava seu CD todo dia, queria saber a origem de sua carreira e, do nada, me vi como fã dela!
O que eu sinto? Forte admiração, vontade de, digamos, participar de sua vida, torço para que ela ganhe uma fama logo, pois merece muito. Me sinto envolvido de uma forma nunca antes vista e não sei dizer a origem. Simplesmente surgiu e gosto muito. Comprei o CD só para tê-lo autografado, que pedirei, ao vivo, no próximo show dela.
Algumas coisas ficam: eu gosto dela, ela está próxima, ela não se acha deusa, ela merece ser uma ídola minha e eu confirmo tudo isso quando pegar seu autógrafo. Adianto o seguinte: seu sorriso é lindo e parece ser super simpática.
Mas quem é ela?
Resposta depois da assinatura no meu CD
Um abraço a todos!
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Stockholder
às
12:43
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O início
Pessoal, resolvi criar esse blogspot por me dar conta de que é o provedor de blogs que mais me agrada. Quando indagado na semana passada por minha prima onde ela deveria criar seu blog, não hesitei e de pronto afirmei: blogspot!
Agora sou eu aqui, com um título diferente do blog anterior. Escolhi quase arte por gostar ed escrever, mas com a certeza de que faço não é bem arte, mas quase, dependendo da percepção de cada um...
Em breve, um texto...
Abs a todos,
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Stockholder
às
12:23
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