QUASE ARTE

nhamm nhammmmmmmmm!

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Você deve rever seus conceitos....

Lembro-me de uma campanha publicitária da FIAT, veiculada há alguns anos, em que se tentava induzir o telespectador a uma revisão de seus conceitos, para tanto usava-se temas como preconceito racial etc.

Sinceramente falando, sei que o preconceito existe e que ele está entre nós, mas neste último fim de semana presenciei uma das situações mais bizarras dos últimos tempos: estávamos num churrasco de confraternização e chegou mais uma família convidada, uma família negra composta da avó, seus dois filhos e dois netos.

Conversa vai, conversa vem, começaram a falar o quanto as duas crianças (uma com 3 e outra com 9 anos) eram inteligentes, bonitas etc. Mas as crianças não eram "só" isso: o menininho, com 3 aninhos de idade, além de tudo, ainda era garanhão (só rindo!), isso porque todas as menininhas da escola queriam namorá-lo.

Na boa, ou minha família é muito careta, ou os tempos avançaram muito, pois onde já se viu a família ficar se vangloriando dos dotes de uma criança de 3 anos? E como se a sexualidade já tivesse aflorado nesta idade. Mas vamos deixar isso de lado, porque o foco é outro.

Lá pelas tantas, o pai do rapazinho disse: "eu já falei que ele não pode namorar a fulana-cabelo-de-sol..." - e cá pensei eu com meus botões que o pai era uma espécie de "racista ao contrário", uma vez que era negro e que não queria que seu filho namorasse uma loirinha - e ele continuou "a fulana-ninho-soleil (!?) tem um pezinho na África, aliás, os dois pés na África, e não é menina para namorar meu filho. Eu não quero netos de cabelo ruim..." Como se não bastasse o pai falar aquele monte de asneiras, todo o resto da família concordava e ria, ria.

Apesar de - nem tão - singela, essa foi uma das mais bizarras demonstrações de racismo que vi ultimamente. Não pelo falo de a família ser negra, mas sim pelo fato de uma família negra não ter a percepção de que é negra e, assim, não querer "misturar" sua pureza. Cruz credo.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

E a paixão?

Eles se conheceram num lugar pouco provável, numa reunião formal de trabalho, uma festa de confraternização de final de ano. Quem os apresentou? O único amigo que possuíam em comum, James.

Fred e Ana conversaram por um bom tempo, identificaram-se rapidamente e pareciam não querer parar de conversar naquela noite. Muito sem graça, Fred não quis pedir a Ana seu telefone, ficou sem graça, queria, mas ao mesmo tempo não quis logo de cara mostrar suas boas intenções. Foi-se embora. No dia seguinte, ao se encontrarem na empresa, Fred catou o telefone de Ana na lista de e-mails da empresa e fez uma ligação com a desculpa de tirar alguma dúvida.

Conversaram sobre o assunto sério, logo mudaram o tom da conversa e começaram a se tornar amigos. Até que um dia combinam um chopp, no qual James estava presente e cada vez mais trocaram olhares de interesse. Ao final, cada um vai para sua casa e no dia seguinte, Fred convida Ana para sair. Vão ao cinema e beijam calorosamente. Os dois sentem algo diferente acontecendo e ao terminar o filme, inventam algo para fazer, e acabam jantando. Depois do jantar o que fazer? Os dois curtiam muito aquele momento, não queriam ir embora, sair daquele carinho seria péssimo para os dois. Era a primeira vez que saíam juntos, mas as emoções estavam bastante fortes. O que explicava aquela ligação toda entre eles?

Fred, um rapaz de poucos amores, não se sentia tão confortável do lado de uma garota há muito tempo. Ele queria berrar ao mundo que estava apaixonado. Queria namorar, queria noivar, casar logo com aquela guria. Não via a hora de pedi-la em namoro, até que subitamente ele a chama seriamente:

- Ana, não podemos continuar saindo.

- Por quê? O que aconteceu, fiz alguma coisa de errado?

- O problema é esse. Já conheci muitas mulheres, mas como você é diferente, não consigo a ver apenas como uma “amiga”, você não é mulher de ficar. Como estou novo na empresa, não acho que seja certo termos algo agora.

Ana entendeu o recado. Era tudo o que queria escutar, apesar de saber que as coisas não seriam tão fáceis assim, já James era muito mais do que um amigo ciumento, mas mesmo assim ela continuou o momento:

- Ah, não é? Então sou o quê?

- Ana, paremos por aqui, vamos para casa e amanhã nos falamos... estou confuso, não quero e confundir ainda mais...

- Não há confusão. O que você não quer falar pode ser exatamente o que quero ouvir. Se você sente algo, essa pessoa merece saber... Os sentimentos só existem de uma para outra pessoa e, por isso, também mereço saber.

- Eu estou completamente apaixonado por você. Acho que você é a mulher da minha vida! Quero que você seja minha namorada, agora!!

Ana, após tal declaração, havia lapidado seu maior defeito, a vaidade. Aquele rapaz era legal, mas aquela declaração tão rápida acabara com os desafios pelos quais, sim, ela era apaixonada.

- Fred, entendo, mas infelizmente não podemos continuar. A verdade é que acabei de ter um caso com James, e você sabe, ele é casado. Eu me apaixonei muito por ele e, mesmo depois de três anos de promessa, a separação não saiu. Você é um rapaz de ouro, seria capaz de me apaixonar por você, se seu amigo não fosse o amor de minha vida.

Fred tremeu. Raiva, ódio, amor... Um ciclone de sentimentos o abalou por quase sessenta segundos. Ele não sabia o que fazer. Um balde de gelo? Uma porta na cara? Uma facada pelas costas? Qual seria a melhor descrição para aquele momento? Nunca havia se apaixonado tão intensamente em tão pouco tempo. Nunca havia se jogado num amor de maneira tão leve, submissa e confiante.

Voltando a si, ele nada mais falou. Foi ao carro, deixou a donzela em casa, e foi até praia vermelha refletir. Lá chegou, comprou um refrigerante com um camelô e sentou em um banco para começar a conversar com o mar, seu maior conselheiro. Olhando para as ondas seus pensamentos eram os mais variados possíveis:

“É, fui usado. Fui vítima da maior das vaidades! Não, não fui vítima, ela sim foi. Continuo minha vida, tenho um amigo no qual confiar, tenho muitos amores peã frente. Coração livre e o mundo a conhecer. Eu a perdôo. Não, o que é isso? Eu a agradeço, pela primeira vez me joguei numa paixão. Não sabia que existia isso eu mim, me sinto até mais humano”.

- Ei, amigo, outro refrigerante Zero.

- Acabou! Serve Mate?

- Não. Sabe de uma coisa? Está tarde. Vou nessa! Um abraço e boas vendas.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

O primeiro conto

Charles sempre foi um rapaz teimoso e criativo. Além de grande inteligência, possuía uma grande inteligência emocional, sabia lidar com qualquer tipo de pessoa e sempre que chegava em um novo círculo, logo se enturmava. Era muito querido por seus antigos amigos pela presteza que tinha em ajudá-los a solucionar os problemas diários acabou com a fama de terapeuto da grupo.

Aos 21 anos terminou seu curso de veterinária e não via a hora de, finalmente, engajar profissionalmente na atividade que mais gostava de fazer: cuidar de cachorros. Pela competência ganhou três convites de trabalho, das quais uma foi logo descartada; ficou na dúvida entra a clínica de animais que mais pagava com luxo e a outra que pagaria um bom salário e que ainda praticava pesquisas.

Ficou com última e logo no primeiro dia ele teve uma das mais belas visões de sua vida. Na entrada da clínica um golden retriever lindo, peludo, daqueles de ganhar competição entrava guiando uma bela jovem. Olhar penetrante, andar sinuoso, cabelo em harmonia com cada curva de seu rosto... Só podia ser um presente de formatura atrasado. Naquele momento houve a certeza de que aquela era a mulher da sua vida! Seu coração já possuía uma dona.

Boqueaberto, sem acreditar que a mulher de seus sonhos estava com seu cão predileto, ele ficou estático, que se quebrou apenas na terceira vez que Lua, sim, esse era seu nome, pela terceira vez pediu informação sobre o atendimento de cães. Ela bem que tentou esconder, mas o sorriso que deu ao perceber a felicidade do rapaz selou o início de um grande amor.

Ao saber que o animal estava com um pequeno problema de pulgas, não sendo nada grave, Charles quebrou o código de ética e puxou assunto com a gata. Ela, por sua vez, não resistiu ao sarcasmo do rapaz e por muito tempo conversaram sobre pulgas, como se s caceira que um sentia pelo outro não acabasse nem com o melhor dos remédios existentes.

Depois de 3 horas, a jovem foi embora com seu cão, certa de que precisava voltar, mas torcia para que Charles pegasse seu telefone na ficha e ligasse... Ele bem que tentou, mas na emoção do encontro, só havia 7 dígitos no telefone preenchido na ficha. Foi quase uma facada no coraçao dele. Depois de três dias sem a tal da ligação, sofrendo pela rejeição de seu amor, o jeito foi inventar uma desculpa para ir à clínica...

Ela precisava ver aquele rapaz de novo, ne que fosse uma depesdida, ao mesmo tempo que ele não pensava em outro coisa, a não ser naquela linda mulher.

No caminho um terrível acidente aconteceu, um carro em alta velocidade atingiu dona e cão. Uma caridosa alma recolheu a jovem e a levou para um hospital, enquanto o cachorro, em estado terminal, agonizava na rua, manchada de sangue por todos os lados. Um criador de cães, ao passar pelo local, recolheu o Apache e o levou para clínica mais próxima. Charles ao receber o cão, viu seu nome na correntinha, se deseperou, pois o cão de sua amada corria riscos sérios...

Após a cirurgia, muitas felicidades, o cão em pouco tempo se recuperaria... O desespero veio depois, ao saber que a pancada na cabeça de Lua havia sido fatal e que nunca mais iria rever seu amor. Foram dias e mais dias sem trabalhar, sem ir a clínica e foi quando ele decidiu abandonar aquela profissão.

Charles passou a cuidar de Apache, que se tornaria um cão de rua, como uma boa lembrança daquele amor. O rapaz decidiu trabalhar em revistas especializadas em animais, pois já não conseguia lidar com eles diariamente. Apesar de lindos textos profissionais, sua dor por Lua ainda era muito grande. E foi aí que ele decidiu fazer seu primeiro conto, contando um pouco de sua história e de seu grande amor, que começou mais ou menos assim: "Charles sempre foi um rapaz teimoso e criativo...".

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

O corporativismo de valores

Pensando esses dias me deparei com uma questão muito interessante: o corporativismo. Entendo que seja a defesa de pessoas que estão em uma organização e que se defendem por mais diversas razões. O termo mais adequado seria o espírito de corpo, largamente utilizado pelos militares. Mas existe um tipo de defesa que beira uma tirania do que se acha correto, o que eu apelidei de corporativismo de valores.

Como é bom encontrar uma pessoa que divide mesmas opiniões, comportamentos e hábitos com você. Existe uma química no momento, um desejo de estar junto, de entender como aquele ser que nunca tinha tido contato pode ser tão parecido contigo, tão diferente. Costumamos logo fazer uma analogia, aquele ali sou eu mais novo, aquela sou eu de saia, e por aí vai. Neste momento não apenas queremos conviver com aquela pessoa, mas desejamos que ela se sobressaia, se destaque, "se dê bem na vida".

Por quê? Porque no fundo queremos impor nossos valores sobre os demais... Queremos que o nosso modelo de ser seja o predominante, algo que possui muitos exemplos na história. O Romário, quando ainda técnico do Vasco, escalou um jogador chamado Alex Teixeira de titular após vê-lo jogar nos jogos do torneio de Dubai. Apesar de jovem ainda, a declaração do ex-jogador foi a de craque é craque e se é bom, deve jogar, independentemente de quaisquer outras coisas.

Ouvindo o rádio depois, os comentaristas lhe deram razão e justificaram e disseram que Romário sabia identificar craques, porque havia sido um. Outra questão é a de que o ex-jogador deseja seu estilo em prática - jogador que joga é o bom, assim como ele era.

Portanto, cuidado com as críticas e os elogias que vocês fazem a outras pessoas, eles podem, na verdade, ser aquilo que você identifica de você mesmo no outro.

Um abraço a todos!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Será que o espanhol resolve?

Hoje eu tive um grande susto ao saber que o novo técnico da selação brasileira de basquete é um espanhol. Apesar do susto, não cheguei a ficar surpreso, porque depois dos comentários que fiz no meu antigo blog, era de se esperar mudanças. O Globo Esporte fruzou bem que o desejo da CBB é o de classificar a seleção masculina para os Jogos Olímpicos, pois já faz 12 que os rapazes de nosso país não conseguem sequer uma vaguinha nas Vila Olímpicas.

Mas deixando, pelo menos tentando, as lembranças de lado, vamos ao fato. A reportagem destacoou que o novo técnico é uma pessoa franca e direta, já com dois recados para os jogadores da NBA: se não quiser, não precisa jogar pelo Brasil. Ai ai ai, quanta coisa errada, primeiro porque QUALQUER pessoa sonha em jogar numa seleção, é como um sonho de menino. Segundo, não se trata apenas de querer unilaterlamente, os melhores do país formam mais do que um time, é uma família em torno de um objetivo comum, muito grande por sinal.

Aí já chega o cara com o pé no peito! O que ele quer, arrumar briga com a elite do basquete? Entendida a reportagem, eu quero mesmo é escrever sobre outra coisa, o jeito dado para colocar o Brasil em quadra em Pequim. Alguém teve a excelente idéia da mudar o técnico, como se esse fosse o grande probema do país. Será que eu devo mandar o meu último texto para ele? Será que ele acha que as pessoas são tão inocentes assim? Não é possível aceitar mais essa ação dos administradores do basquete nacional.

Agora gostaria de fazer aquela velha perguntao a um cozinheiro: você faz omelete sem ovos? Pois é isso que a CBB está querendo fazer com essa decisão. Possuímos algusn atletas sim, mas não temos espírito de equipe. Os atletas que hoje estão nas equipes profissionais foram fãs da geração Oscar, aquele ser que destruiu o basquete nacional, mas que chama de "o melhor de todos os tempos".

Ele conseguiu transformar o coletivo em individual. Você se lembra do resto da equipe dele? Além do Marcel, quem mais faz parte da geração Oscar? Associado a esse espírito individualista-quero-ser-cestinha, nossas categorias de base formam equipes para fotos. Isso mesmo, os times são para os queridinhos dos diretores e beneméritos de clubes tirarem fotos, com uniformes bonitos, para colocar com orgulho na parede de casa.

Com tudo isso, eu pergunto como se quer chegar às Olimpíadas? Como esse espanhol vai mudar a mentalidade de nossos atletas? Quer dizer, ele quer? Como fazer um conjunto de individuais? com tudo isso não vejo maneiras de nossos atletas conseuirem uma vaguinha para os jogos na terra da Grande Muralha.

Coloco abaixo o texto que está no meu outro blog:

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Organização prevalece e Brasil perde para a Argentina

A manchete do UOL se refere ao pré-olímpico de basquete. O jogo valia uma vaga para Pequim e, mais uma vez, o Brasil está fora (você acredita neste time no mundial pré-olímpico? Eu não!!). Resolvi escrever hoje sobre um tema que eu evito comentar, até mais do que deveria. Para ex-atletas como eu, ou pessoas que conhecem um pouco mais o mundo da bola laranja, o título é ambíguo e, diria até óbvio, mesmo sem conhecer nada da estrutura del baloncesto de nuestros hermanos.

Por quê? Chega a ser ridículo querer ganhar alguma coisa com as estruturas do nosso esporte. Primeiramente porque as categorias de base são escolas de palhaçadas e panelas, se você é filho de jogador, comentarista esportivo, benemérito de clube ou qualquer outro da “elite” do esporte, você é um ótimo atleta. Porque assim você pode jogar para si, cagar para os outros membros da equipe, mostrar seus valores individuais, mostrar o jogador que você é.

Por quê? Porque os pais, os familiares podem ver como aquele pupilinho de elite é “bom”, como ele joga, como se destaca no resto de otários. É como comprar uma universidade e ser o melhor aluno, fazer um filme e ser o ator principal, ser o dono da bola. Mas infelizmente nada disso é dito. Crianças, pré-adolescentes, acreditam nos velhos valores de equipe, que a confiança mútua existe e em todos aqueles outros valores tão bonitos defendidos pelos esportistas – que devem ser defendidos mesmo, pois o caminho para uma vida melhor é por aí. Mas por favor, mentir para criança é muito feio!

Todos aqueles que fazem parte da “classe média”, os mortais no que se refere ao “QI” da bola laranja, acabam sofrendo. Crianças se esforçam para se tornar titulares, para fazer o jogo em equipe, porque aquilo é o certo. Ninguém é capaz de falar para elas que os filhinhos e queridinhos é que jogarão independentemente de qualquer coisa. Defesa? O que é isso? Assistência? Jamais. O negócio é o “eu”, é ser o cara, o melhor, num esquema de equipe unida para que “eu marque pontos mas vocês não sabem disso".

Um exemplo desse paradigma do esporte brasileiro é o maior ídolo do basquete. Preciso dizer o nome dele? Claro que não! E quem jogava com ele? Você sabe o nome de alguém? Dos caras que defendiam enquanto ele ficava só na linha dos três? Esse cara conseguiu transformar o basquete em um esporte individual, a grande praga no nosso esporte de bola laranja.

Mas o que isso tem a ver com o jogo da Argentina? Bem, primeiro que eu faço parte da geração que hoje faz parte da seleção brasileira. Quando eu era infantil me lembro de ver o Nenê nas quadras do Tijuca Tênis Clube jogando pelo Vasco. O Tiago era o grande ídolo do Marcão, nosso assistente-de-tornozelos-machucados e que desde aquela época está na seleção brasileira, que sempre repetia que ele com apenas 14 anos tinha ido para Espanha, no alto de seus 2m e alguma coisa. Com certeza sua formação esportiva não foi no Brasil e por isso hoje veste a amarelinha. Os que estão na seleção hoje ou vieram de baixo com um talento extra série ou faziam parte das elites.

Por exemplo, vocês sabem de quem o Marcelinho, nosso armador, é parente? Por que será que o Nenê, o grande pivô da NBA não quis jogar na seleção em outros tempos alegando falta de organização? E assim as histórias rolam e rolam... Mas qualquer um do esporte que leia meu blog dirá que esses são os melhores brasileiros em quadra hoje.

E o pior de tudo, é verdade!! Os que possuíam o talento, os que tinham o potencial de fazer o país crescer no esporte, foram tolidos ainda em categorias de base. Perderam as esperanças, concluíram que o esporte não era para eles... E isso simplesmente por ter a noção de que o diretor do filme queria colocar o seu elenco na quadra, não as artistas com o talento suficiente para ganhar o Oscar.

Mas que seja. Acho que escrevi demais para concluir que, na verdade, o time da Argentina foi mais organizado do que o brasileiro. Pergunta final: como os “elites” se sentem em saber que seus queridos nunca ganharão nada? É melhor do que ver outros ganhando, quem sabe, olimpíadas?

Pena que a reposta é impossível...

Até logo pessoal!!

No próximo post eu faço um paralelo com o basquete americano e os valores da terra do Tio Sam...